sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Obama terá almoço com empresários na sua visita ao Brasil


Barack Obama não incluiu São Paulo em sua visita ao Brasil, mas representantes do empresariado paulista terão uma chance de conversar com o presidente americano em um almoço no Itamaraty, no dia 19 de março.

O Planalto quer aproveitar a visita para ativar um fórum binacional de executivos criado no governo Lula.

Na outra perna de sua viagem, no dia 20 no Rio, Obama terá contato com a população. Estão previstos passagem por uma favela com UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) e, como antecipou a Folha, um discurso público.



Barack Obama deve se reunir com empresários de São Paulo durante sua visita ao Brasil, em março

Ainda não se sabe qual mensagem o presidente americano trará ao Brasil e à América do Sul.

Também não está acertado o caráter formal da visita, se de Estado, oficial ou de trabalho.

A primeira hipótese, que incluiria um pronunciamento de Obama a uma sessão conjunta do Senado e da Câmara, está quase descartada, já que ele vem num fim de semana (deve chegar na sexta, dia 18, à noite).

Na falta, até agora, da perspectiva de apoio de Obama à candidatura brasileira a uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), os dois países negociam acordos econômicos e no setor de biocombustíveis.

No primeiro caso, seria um acordo de facilitação do comércio. No segundo, prevê-se o aprofundamento do memorando assinado em 2007, que estabeleceu a colaboração bilateral na implantação da produção de biocombustíveis em terceiros países.

fonte:Folha.com

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Horóscopo empreendedor


O novo ano é regido por Mercúrio, o que promete negociações e processos produtivos mais ágeis. Os avanços tecnológicos também são favorecidos. Os setores mais beneficiados e com grande potencial de crescimento em 2011 são comunicação, comércio, serviços, transportes, telefonia, tecnologia da informação e educação.

A passagem de Júpiter e de Urano por Áries tornam atributos como inovação, originalidade e pioneirismo fundamentais para o sucesso de produtos e empreendimentos. Quem deseja abrir o próprio negócio e atrair boas oportunidades em 2011 precisa desenvolver a capacidade de se reinventar e de tomar iniciativas ousadas. Entusiasmo e coragem são essenciais. Confira as previsões para o seu signo.




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ÁRIES > (21 de março a 19 de abril) Aposte em um projeto inovador e em planos de expansão. Júpiter e Urano provocarão uma revolução em sua vida. Fique de olho nas oportunidades que surgirão de repente a partir de fevereiro. Em março, Urano entrará em seu signo e inaugurará uma época de mais independência e liberdade. Há chance de mudanças radicais ainda no primeiro semestre. A entrada de Júpiter na sua área do dinheiro, em junho, favorecerá os negócios e trará mais poder. Sucesso garantido em um novo empreendimento.


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TOURO > (20 de abril a 20 de maio) Novas amizades abrirão portas para o sucesso profissional. Invista nos relacionamentos de trabalho, que trarão boas alianças. Encontrar as pessoas certas e contar com a sabedoria de gente experiente será fundamental para o seu negócio. Procure se organizar melhor e otimizar seu tempo, principalmente no primeiro semestre. Respostas poderão atrasar, mas não desista. As recompensas financeiras virão a partir do fim de agosto, mês que trará bons acordos e oportunidades de associação.


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GÊMEOS > (21 de maio a 21 de junho) Para atingir metas profissionais, confie na sua equipe e delegue tarefas. Adotar um novo estilo de liderança e investir mais no marketing pessoal podem ajudar. Dedique mais tempo a projetos, ao desenvolvimento pessoal e à expansão da sua rede de contatos. Se estiver apostando numa carreira solo, vá em frente. Será um ano de conquistas. No primeiro semestre, conte com sua versatilidade para tocar duas atividades simultâneas e explore seus recursos criativos. Em julho, começa uma fase de mais segurança.


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CÂNCER > (22 de junho a 22 de julho) O ano será marcado por evolução na carreira e por maior visibilidade. Mas o primeiro semestre trará desafios e exigirá disciplina para alcançar metas de médio e longo prazos. Tempo apertado, preocupações familiares e impaciência nas comunicações poderão causar problemas até junho, quando as mudanças e o crescimento profissional passarão a ser prioridade. Se estiver iniciando um negócio, aproveite o período entre junho e setembro para divulgá-lo. O retorno virá a partir de outubro.


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LEÃO > (23 de julho a 22 de agosto) O ano favorece pesquisas, produção intelectual e novas associações. Contratos insatisfatórios poderão ser reformulados. Os bons resultados em negociações vão depender de diplomacia e flexibilidade. A habilidade comercial se desenvolverá a partir de maio, o que trará crescimento financeiro a médio prazo. Júpiter e Urano revolucionarão seus conceitos. Aproveite para descobrir novos mercados. O bom uso da tecnologia vai trazer prestígio profissional. No segundo semestre, aposte no marketing e nas novidades que vêm de fora.


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VIRGEM > (23 de agosto a 22 de setembro) Gastos imprevistos poderão abalar o orçamento nos primeiros meses do ano. Espere até abril para assumir compromissos ou decidir investimentos. Haverá maior estabilidade de maio em diante. Participação em projetos sociais e atuação no terceiro setor aumentarão seu poder e seu prestígio. Aceite o convite, no fim de abril ou em agosto, para fazer parte de uma instituição respeitada mundialmente. Se estiver pensando em morar fora, uma oportunidade virá no segundo semestre. Setembro marcará mudanças grandes em sua vida.


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LIBRA > (23 de setembro a 22 de outubro) Saturno em seu signo vai trazer mais responsabilidades. A boa notícia é que será possível realizar sonhos e conquistar mais independência. Autoestima positiva será primordial desde o começo do ano. Do fim de março a julho, aposte em charme, simpatia e elegância para conquistar clientes e atrair colaboradores. Mas não espere resultados imediatos, a colheita virá na hora certa. O ano exigirá disciplina e espírito competitivo. O melhor mês para começar projetos é agosto. Associações positivas virão no segundo semestre.


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ESCORPIÃO > (23 de outubro a 21 de novembro) Júpiter e Urano trarão oportunidades de trabalho. Seus talentos serão revelados ao mundo. Um projeto original e inovador trará resultados financeiros compensadores, mas a rotina vai ficar mais exigente. Saia da zona de conforto. Aproveite o período de maio a julho para implantar mudanças ao seu redor. Desenvolva sua habilidade de comunicação. Seja mais atento na hora de expor ideias ou distribuir tarefas. O lucro de sua empresa vai crescer a partir de setembro.


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SAGITÁRIO > (22 de novembro a 21 de dezembro) Participar de um projeto criativo com amigos será uma ótima opção para aumentar seu poderio financeiro. O ano começará com prestígio social e com contatos estimulantes, mas também com o orçamento apertado. Novas ideias ganharão forma entre abril e junho. Descobertas determinantes para a carreira virão nesse período. Reinvente-se. Setores como serviços públicos, comunicação, arte, arquitetura e moda entrarão no seu radar. Investimentos darão retorno a partir de julho. No segundo semestre, divulgue sua marca.


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CAPRICÓRNIO > (22 de dezembro a 19 de janeiro) Um novo empreendimento, realizado em parceria com profissionais de prestígio, trará retorno positivo e permitirá a realização de planos da vida familiar. Plutão em seu signo anuncia mudanças grandes no projeto de vida, mas que deverão acontecer de maneira organizada. Será possível reformular seus espaços e ganhar eficiência entre o fim de março e maio. O desafio nesse período será conciliar a vida profissional e pessoal. Alguns resultados virão com atraso. O segundo semestre trará mais organização. Em dezembro virá o reconhecimento do mercado.


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AQUÁRIO > (20 de janeiro a 18 de fevereiro)
Se quiser ampliar suas atividades, aposte nas áreas de pesquisa de mercado, produção cultural e de conteúdo, turismo e educação. Aproveite o seu talento de unir pessoas para formar um público fiel e participativo para seu negócio. Aprendizado comercial e conceitos inovadores trazidos por Júpiter e Urano vão acelerar sua produtividade no primeiro semestre. Aposte numa ideia genial que poderá surgir em maio. Os investimentos que fizer entre abril e maio aumentarão seu prestígio e popularidade.


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PEIXES > (19 de fevereiro a 20 de março) Prepare-se para grandes conquistas. Um novo empreendimento trará independência e crescimento financeiro, com Urano (a partir de março) e Júpiter (até junho) na sua área do dinheiro. Os lucros virão já nos primeiros meses do ano. De junho em diante, aposte na expansão do negócio. Aproveite as oportunidades entre o fim de abril e maio. Despesas com salários e a gestão de RH serão seus maiores desafios. Será preciso mexer na equipe em janeiro e em maio para atingir o nível de eficiência desejado.


Fonte:PEGN

Pequenas empresas exportam 'brasilidade' para ganhar mercados






Bijuterias feitas com capim dourado, cosméticos à base de café e ingredientes amazônicos, chá mate orgânico solúvel e até pequenas usinas de biodiesel estão entre os produtos que micro e pequenos empresários brasileiros escolheram para garantir espaço no disputado mercado internacional. Ao investir em nichos "abrasileirados", esses empreendedores buscam reduzir a concorrência e atender à demanda cada vez maior por produtos sustentáveis em todo o mundo.

É em Diadema, no ABC Paulista, que a Arte dos Aromas fabrica cosméticos orgânicos inspirados na Amazônia, usados por consumidores da Dinamarca, Lituânia e Itália.

Entre os produtos estão shampoos, sabonetes, cremes faciais e sais de banho, todos feitos com ingredientes orgânicos, como óleos de castanha, babaçu, buriti e andiroba, além de extrato de açaí e manteiga de cupuaçu, explica a diretora comercial Geysa Belém.

Os ingredientes vêm de comunidades de regiões amazônicas. Alguns são adquiridos de cooperativas locais, sem intermédios de outras empresas, e outros, por meio de um distribuidor.

A aceitação e a valorização de um produto artesanal, principalmente feito com produtos naturais, é maior no mercado externo"Fabiana BezerraGeysa afirma que as exportações começaram em julho de 2009 e foram crescendo aos poucos. Em 2010, a empresa teve crescimento de 15% e as vendas internacionais foram responsáveis por 7% do faturamento. Para este ano, a expectativa é crescer até 20% e aumentar a participação com exportações para 15% do faturamento.

Apesar dos resultados, Geysa afirma que não foi fácil começar o comércio com outros países. “É preciso seguir as normas deles, ter certificação”, diz. Para conseguir a certificação, que dá aos cosméticos o rótulo de orgânicos, foram necessários dois anos de trabalho, revela.

“Por enquanto, os produtos orgânicos são um diferencial a mais no Brasil (...). Aqui, as grandes empresas ainda não estão trabalhando com esse conceito”, diz. Para Geysa, o consumidor brasileiro ainda não tem o costumo de ler os rótulos e ver como os produtos são feitos.


Usinas de produção de biodiesel devem ir para a
África do Sul (Foto: Divulgação)Adaptação
A chance de conseguir um espaço no mercado internacional muitas vezes está justamente em identificar as necessidades dos países e adaptar os produtos brasileiros a elas, avalia o diretor de negócios da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) no Brasil, Maurício Borges.

“Independente do porte da empresa, sempre haverá espaço para quem oferece produtos diferenciados, inovadores e de alta qualidade”, avalia. A agência atua para inserir empresas no mercado internacional com soluções em áreas como qualificação para exportação, promoção comercial e apoio à internacionalização. No Brasil, são mais de 12 mil empresas apoiadas, sendo 94% micros, médias e pequenas.

Bijuterias de capim
A pequena empresária Fabiana Bezerra viu no capim dourado disponível nas fazendas da família uma possibilidade de “inventar moda”. Em 2007, criou a Art Da Terra, no Tocantins, e iniciou a produção de bijuterias feitas com o capim e outras matérias-primas, como fios de seda, lãs, palhas e sementes.

Atualmente, os colares e pulseiras da pequena empresária são vendidos para a França, Alemanha, Espanha, Itália, Áustria, Suíça, Portugal, Grécia, Estados Unidos, Japão, Honduras, México e Porto Rico. Com tantos destinos, as exportações representam 95% do faturamento.

As bijuterias são produzidas por artesãos que trabalham em suas próprias casas e são remunerados de acordo com o trabalho de cada peça, revela Fabiana.

“A aceitação e a valorização de um produto artesanal, principalmente feito com produtos naturais, é maior no mercado externo”, diz. De acordo com Fabiana, os preços das mercadorias variam de R$ 15 a R$ 360, em média, para vendas no atacado.


Fabiana se inspirou em capim da fazenda da
família (Foto: Divulgação)Participação pequena
De acordo com os dados mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as micro e pequenas empresas correspondiam, em 2009, a 44% do total de estabelecimentos que exportavam no país. As médias correspondiam a 30%. Apesar disso, no valor exportado, as micro e pequenas tiveram participação de apenas 0,9% e, as médias, de 5,6%.

Para o consultor Gilberto Campião, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), é justamente na segmentação que as micro e pequenas podem tentar melhorar esse resultado. “Se a empresa trabalhar com produtos corriqueiros, não vai ter preço. Para conseguir fazer as vendas, precisa ter segmentação, nicho (...). Fica mais fácil trabalhar com produtos do Brasil, não vai ter chinês, indiano, na concorrência. O preço deixa de ser diferencial, que passa a ser o produto”, diz.

É com a intenção de mostrar esse diferencial comentado por Campião que o Projeto Organics Brasil trabalha promovendo os produtos orgânicos brasileiros no mercado internacional. De acordo com coordenador executivo do projeto, Ming Liu, todo o produto orgânico trabalha três conceitos básicos: segurança alimentar, questão ambiental e questão social.

“O Brasil tem toda a característica com produtos com princípios ativos próprios (...) Há também o clima, a biodiversidade. Trabalhamos com uma imagem que o Brasil é orgânico”, diz.

Trabalhamos com uma imagem que o Brasil é orgânico"Ming LiuCosméticos de café
Foi com o conceito de produto sustentável que Vanessa Vilela se inspirou na tradição do café em Minas Gerais para criar, em 2007, a linha de cosméticos Kapeh, com produtos à base de café.

Formada em farmácia e bioquímica, Vanessa conta que buscou desenvolver uma marca de cosméticos diferente do que havia no setor. Ela explica que resolveu apostar nas exportações por conta da “brasilidade do café e dos produtos”. Atualmente, as exportações giram em torno de 5% dos negócios e vão para Portugal e Holanda

Em 2010, a marca teve crescimento de 250% e as expectativas para 2011 é de crescer mais 300%. O planejamento para este ano também é de ampliar a atuação no exterior para alguns países do Oriente.

Para isso, a empresa também buscou certificação. De acordo com Vanessa, a certificação é holandesa e assegura a qualidade do grão e uma produção rastreada e sustentável.



Chá mate orgânico solúvel é aposta de Paola
Ceni (Foto: Divulgação)Qualificação
Por conta dos investimentos e preparação necessários para entrar no mercado internacional, como planejamento e pesquisa de mercado, a microempresa Ceni Mate Organico, do Paraná, está indo com calma antes de iniciar as exportações. Paola Ceni, diretora de marketing e vendas, explica que as pesquisas iniciaram em 2008 e as vendas internacionais ainda não começaram.

A empresa, que há 20 anos cultiva folha orgânica de mate e revende para grandes empresas nacionais, criou um produto final para competir no exterior, o chá mate orgânico solúvel. “Vimos uma oportunidade exatamente para exportação”, diz. “O chá é instantâneo. É só misturar com água gelada e ainda mantém todas as propriedades da erva mate. Estamos acreditando muito nesse produto para exportação, pois não pesa muito e tem volume pequeno”, acrescenta.

Paola buscou apoio na Apex e atualmente está profissionalizando setores internos para garantir o sucesso das exportações. “Em julho, vamos começar a prospecção nos mercados por meio de feiras e visitas (...). Temos em mente mercados como Uruguai, Chile, Alemanha e Estados Unidos”. De acordo com Paola, já há uma empresa que compra as folhas para exportar o produto a granel.

Usinas de biodiesel
Um pouco mais avançada que a empresa de mate, a Biotechnos Projetos Autossustentáveis está com as negociações em andamento para iniciar as exportações de pequenas usinas de biodiesel para a África do Sul, explica o gerente comercial e de marketing Alexandre Lombello.

De acordo com Lombello, o foco da empresa são os mercados da África e da América do Sul. “Essas regiões têm os mesmos problemas sociais que temos aqui, concentração de riqueza e grande massa populacional abaixo da linha da miséria, onde projetos sociais com viés de sustentabilidade se tornem fato”, diz. As máquinas produzem o biodiesel com óleo de gordura animal ou vegetal. De acordo com ele, comunidades podem colher o óleo, como o de cozinha, para a fabricação do combustível.


Arte dos Aromas precisou participar de feiras
internacionais para inicar exportações
(Foto: Divulgação)Lombello explica que a empresa está desenvolvendo um microequipamento, bem menor dos vendidos no Brasil, para adaptar à realidade daquele país. A microusina que provavelmente chegará à África terá capacidade de produção de até 100 litros de biodisel, sendo que no Brasil o mínimo é de 1 mil e há projetos para 10 mil litros.

No Brasil, os equipamentos são adquiridos por ONGs ou projetos sociais de administrações públicas. De acordo com ele, a legislação brasileira não permite a revenda de biodiesel diretamente ao público final, mas há clientes que também compram o equipamento com o intuito de oferecer o biodiesel à Petrobras.

“Exportar não é tão difícil. É igual investir na bolsa de valores, todo mundo acha interessante, mas não sabe como fazê-lo”, diz.

Fonte:PEGN

Palavras de Auto Ajuda


Chen: O Trovão,
Haverá um evento capaz de estremecer o estado atual das coisas e transtornar a situação presente. Você deverá aproveitar para viver a mudança, mantendo a calma: isso ajudará a reforçar o seu caráter e poderá fazer de você uma pessoa mais sábia e virtuosa


Sui: Subseqüente,
Neste momento, você deve tentar não desperdiçar as suas energias na luta, mas ser paciente à sombra, sem forçar o destino. Se souber adaptar-se à situação contingente, encontrando um acordo com quem o rodeia, obterá um grande bem-estar e o sucesso assegurado.



Tung Jen: O Retiro,
Neste momento é propício retirar-se e observar a situação de fora, de um ângulo tranqüilo. Renunciar à ação não significa ser derrotado, ao contrário, é um sinaç de grande sabedoria. Você reunirá forças, avaliará os eventos e intervirá no momento certo, obtendo sucesso


Ku: O Declínio,
Este é o momento certo para modificar alguns hábitos seus. As situações atravancadoras deixadas por si só podem piorar, mas, com a sua ação, você poderá eliminar a preguiça, intervir e então resolver cda problemática em um arco de três dias.


Chien: O Criativo,
A sua coragem e perseverança premiarão você com um grande sucesso. Se souber levar adiante as suas ações e os seus ideais com senso de justiça, as forças do céu também apoiarão você para obter o sucesso buscado. Mantenha sempre o seu espírito de harmonia com a natureza.



Wei Chi: Antes da Conclusão,
Para você este é um momento cheio de oportunidades úteis para obter o que deseja. É uma fase de transição que pode fazer você passar de um estado negativo e problemático a um positivo e sereno. Continue a usar a máxima prudência: o êxito está ao seu alcance e o sucesso próximo.


Ta Yu: A Grande Potência,
Para vencer você nunca deverá usar a agressividade e tão pouco a prepotência. De fato, você poderá obter grandes coisas utilizando calma e brandura. Essa sua atitude de aparente fraqueza se mostrará ser a sua força e ninguém poderá opor-se a você, um grande sucesso está chegando.


Tung Jen: A Camaradagem,
Para realizar os seus objetivos, você terá de unir-se com outras pessoas virtuosas. De fato, será mais fácil alcançar cada meta se um grupo de indivíduos, ainda que diferentes entre si, propuser o mesmo objetivo comum. De qualquer modo, conserve sempre a sua personalidade e faça com que se enriqueça o grupo.



Heng: A Perseverança,
Não interrompa nem modifique o caminho que você tomou. Tudo evolui e os eventos correm continuamente em direção ao objetivo final. Esse movimento é positivo, viva-o com consciência e assim enfrentará facilmente cada pequena ou grande dificuldade que puder apresentar-se.


Ching: O Poço,
As circunstância externas mudam sempre e rapidamente. Deve porém considerar que a mais íntima essência do ser humano permanece imutável ao longo do tempo. Para você é importante poder doar o que tem para crescer no bem-estar. Então procure ajudar os outros como melhor puder.


Ken: A Imobilidade,
Não fuja da situação e não se aliene do que para você representa um problema. Para você, agora convém parar e observar as coisas como realmente são. Este momento de calma e de reflexão dará a você a consciência necessária a prosseguir no futuro.



Chia Jen: O Clã,
Procura compreender bem qual é o seu papel e a sua posição dentro da família ou do grupo social. Você conseguirá, de fato, obter o máximo dos benefícios permanecendo fiel ao papel que você ocupa atualmente, contribuindo com a sua parte ao bem-estar de todos os outros menbros

Site reúne empresas envolvidas com questões ambientais


Como se desfazer das pilhas descarregadas? E da bateria do celular, das radiografias ou lâmpadas? E o óleo de cozinha? Pois é, saber que estes materiais são altas fontes poluidoras pode até ser um conceito incorporado por muitos, mas nem por isso facilita a vida de quem contribuir para o meio ambiente.

No portal Made in Forest é possível encontrar respostas para essas perguntas. No Mapa da Reciclagem por Resíduos, estão relacionados cerca de 40 produtos industriais, como tintas e solventes, ou domésticos, como roupas e brinquedos. Basta informar onde você mora para saber qual é o posto de coleta mais próximo. Estão cadastrados mais de 15 mil endereços deste tipo em todo o País. Além disso, podem ser encontrados textos e vídeos sobre o processo de transformação destes materiais.

O Made in Forest, primeira rede ambiental global, foi pensada para conferir visibilidade a projetos e ações desenvolvidos por pessoas físicas, empresas, universidades ou ONGs. Este espaço, criado há um ano, voltado exclusivamente para ecologia e sustentabilidade, já reúne cerca de 10 mil empresas, consumidores e visitantes de mais de 60 países.

O portal está dividido em áreas como educação, serviços e turismo. O cadastro é gratuito e aberto a todos os segmentos e pessoas físicas. Para as empresas, um dos grandes atrativos é divulgar ações que mostrem o comprometimento delas com a sustentabilidade, um diferencial cada vez mais valorizado. Além de informações sobre o trabalho desenvolvido, podem ser disponibilizados laudos ou certificações.

Para os criadores Fábio Biolcati e Martin Mauro, a idéia principal do site é conferir visibilidade às ações coletivas e individuais e promover a educação ambiental. “A intenção é que todas as pessoas engajadas possam ser responsáveis pela atualização do conteúdo de orientação sobre o meio ambiente e assim cada um fazer realmente a sua parte”, afirma Fábio Biolcati.

Bate-papo – Na próxima sexta-feira (4), Martin Mauro, um dos idealizadores do Made in Forest, conversará sobre toda a estrutura e mecanismos de funcionamento da rede. Para mais informações, visite o site da empresa.

Fonte: PEGN

Artigo 71 da Lei 8.666/93 e a terceirização de atividade essencial do Estado


Por votação majoritária, o Plenário do Supremo Tribunal Federal declarou, em dezembro último, a constitucionalidade do artigo 71, § 1.º, da Lei 8.666, de 1993, a chamada lei de licitações.

O dispositivo prevê que a inadimplência de contratado pelo Poder Público em relação a encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem pode onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o Registro de Imóveis. A decisão é preocupante.

Em face de modernas teorias de gestão, as quais exigem maior agilidade nos serviços públicos, tem sido prática dos entes públicos terceirizarem as atividades em áreas essenciais como saúde e educação, ora com objetivos de melhorar o serviço, ora como forma de simplesmente conseguir prestar o serviço, eis que os limites orçamentários e legais, principalmente em pequenos municípios, muitas vezes com orçamentos já comprometidos, dificultam sobremaneira o exercício da administração.

A constituição federal, em seu artigo 205, atribui a educação a um dever do estado e no artigo 196 dá o mesmo tratamento para a saúde, atribuindo-lhes relevância fundamental.

Embora autorize, é verdade, que tais atividades sejam realizadas por terceiros, tal direcionamento é supletivo, impõe deveres e contém imensos limites ao ente que terceiriza.

O maior desses limites é o direito do trabalhador empregado da empresa terceirizada. O trabalho é um dos grandes vetores constitucionais, ante os direitos do trabalhador elencados expressamente na carta constitucional, elevados a garantias fundamentais.

Tais direitos não podem ser aviltados por procedimentos administrativos que, embora com os objetivos de agilidade e melhora no serviço, precarizam salários, garantias e condições de trabalho daqueles que prestam serviços em áreas essenciais.

O reflexo desse processo atinge toda a população e tem consequências que acabam sendo suportadas por toda a sociedade mais cedo ou mais tarde. Não é sem razão que o Tribunal Superior do Trabalho já de longa data protege os direitos dos trabalhadores terceirizados pela administração pública, com o entendimento preconizado na Súmula 331, estabelecendo a responsabilidade subsidiária do ente público.

Em nosso sentir, o artigo 71, da Lei 8.666/93, estabelece posição não recepcionada pelo ordenamento jurídico analisado de forma sistemática, na medida em que licitações sem garantias e a falha na fiscalização do correto pagamento aos trabalhadores violam os artigos 186 do Código Civil de 2002, 8.º, 9.º e 444 da CLT.

Na medida, ainda, que a ordem econômica se funda na valorização do trabalho (artigo 170 da CF), acrescendo-se ainda um princípio de justiça contratual (artigo 421 do CC/2002) que se manifesta na boa fé objetiva (artigo 422 do CC/2002), inviável desproteger o trabalhador quando qualquer parcela alimentar não lhe seja paga corretamente.

Não foi, assim, intenção do legislador deixar o trabalhador à míngua em casos de responsabilidade do tomador do serviço. Portanto, o artigo 5.º, II, da Constituição Federal e o artigo 1.º, IV referente ao princípio da dignidade da pessoa humana, terminam por afastar, cabalmente, qualquer tentativa de interpretação no sentido de que o ente público não teria responsabilidade pela terceirização de atividades, máxime aquelas envolvendo dever fundamental do Estado.

Se por um lado a terceirização, a privatização ou as parcerias através de organizações sociais podem trazer a agilidade tão necessária aos serviços públicos em um país ainda carente de infra-estrutura e de qualidade de serviços essenciais, por outro, não podem ser razão de precarização de direitos trabalhistas e diminuição das garantias de recebimento de créditos, originando demandas em massa, todas responsabilizando os entes públicos da administração direta ou indireta pelo não pagamento de parcelas salariais das empresas terceirizadas.

A não responsabilização da União e demais entes públicos, a médio prazo, poderá acarretar centenas de ações trabalhistas inadimplidas, o que contraria as próprias metas do CNJ no sentido de equacionamento das execuções, e com reflexos sociais gravosos na medida em que milhares de trabalhadores poderão não receber seus créditos, trazendo desprestígio e descrédito para a justiça do trabalho.

Luciano Augusto de Toledo Coelho é Juiz do Trabalho. Mestre em Direito pela PUC-PR. Coordenador de Cursos da Escola dos Magistrados do Trabalho do Paraná Ematra.

fonte:paraná online

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fórmula secreta da Coca-Cola pode ter sido descoberta


Receita teria passado despercebida há 32 anos; entre a composição estão extrato da folha de coca e óleo de laranja.


De acordo com o site do programa de rádio americano "This American Life", finalmente a fórmula do refrigerante mais consumido no mundo foi revelada.

Alguns ingredientes presentes na descrição do rótulo continuam familiares. O que não se esperava, além de água, açúcar, ácido cítrico e caramelo eram elementos exóticos, como óleo de laranja, óleo de noz-moscada e essência de coentro.

Aparentemente, a receita secreta desenvolvida pelo farmacêutico John Pemberton, amigo do dono da Coca-Cola, havia sido publicada em um jornal local de Atlanta em 1979. Na época, o fato passou despercebido.

O site ouviu o historiador Mark Pendergrast, pesquisador do refrigerante. Pendergrast afirma que a fórmula tem grande possibilidade de ser verdadeira e aposta na versão passada de geração para geração.

Confira a receita divulgada pelo 'This American Life':

Extrato líquido de folha de coca: 11,07 mililitros (ml)

Ácido cítrico: 90 ml

Cafeína: 30ml

Açúcar: 30 (medida desconhecida)

Água: 9,46 l

Suco de limão: 0,946 l

Baunilha: 28,35 g

Caramelo: 42,525 g (a quantidade pode ser maior para dar cor)

O sabor secreto 7X (60ml do sabor 7x a cada 18,927 l de xarope)

Álcool: 240 ml

Óleo de laranja: 20 gotas

Óleo de limão: 30 gotas

Óleo de noz-moscada: 10 gotas

Coentro: 5 gotas

Néroli (extrato de flor de fruta parecida com mexerica): 10 gotas

(Com informações do R7.com)

Fonte:Bondenews