sábado, 29 de janeiro de 2011

Como tornar seu negócio ecológico?


O começo é um simples corte de água. No final do caminho, você será um inovador ambiental.


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Compartilhe59 O começo é um simples corte de água. No final do caminho, você será um inovador ambiental
por Adriana Wilner e Patrícia Machado
Tudo se inicia com uma medida básica, como a redução no consumo de energia e água. Depois, vem a análise do impacto ambiental da empresa. Dá para mudar algum processo sem gastar dinheiro? Sim, sempre dá. É só reaproveitar algum material desperdiçado no ciclo do negócio. Mas algumas atitudes, mais ousadas, exigem aportes de recursos. No final da escala de uma empresa que realmente deseja se tornar verde, é possível até influenciar fornecedores e clientes a também transformarem a sua forma de agir — e inovar. E é possível percorrer esse caminho com corte de gastos, ganho de produtividade e melhor posicionamento de mercado, como mostram os cinco exemplos desta reportagem. “Ser sustentável a partir de um projeto inovador é a chave para fidelizar clientes e ganhar da concorrência”, diz Dorli Terezinha Martins, consultora do Sebrae.



A ESCALA DA EMPRESA VERDE | Cinco passos para salvar a natureza – e a sua empresa 1 – PRÁTICAS BÁSICAS
O que fazer: aprimorar hábitos cotidianos no escritório, como economizar água e energia e usar material reciclado
Exemplo: nas obras do novo prédio da Feitiços Aromáticos, indústria de cosméticos e produtos esotéricos, Raquel Cruz, 41 anos, pensou em como poderia, com ações simples, ajudar o meio ambiente e ao mesmo tempo economizar custos. O projeto posicionou as janelas de forma a privilegiar a entrada de luz natural. Com isso, desde junho, houve uma redução de 40% nas despesas de energia elétrica. A Feitiços Aromáticos passou a trabalhar com coleta seletiva, reutilização de embalagens e optou por papel usado para fazer o preenchimento das caixas de entrega — em vez de plásticos e isopor. Até o final do ano, a empresa terá temporizador nas válvulas de torneira e vasos sanitários, o que, calcula Raquel, irá reduzir em 25% o consumo de água. “Pequenas mudanças de hábito fazem diferença para o bolso e para o meio ambiente”, afirma a proprietária do negócio. A Feitiços Aromáticos fatura anualmente R$ 150 mil e atende mais de dois mil clientes.

2 – MUDANÇAS NO NEGÓCIO SEM INVESTIMENTO
O que fazer: buscar alternativas para reduzir o impacto ambiental sem precisar gastar — como o reaproveitamento de materiais
Exemplo: “Não é preciso investir para ser sustentável. Basta ter boas ideias”. Essa foi a conclusão a que chegou Fernando Boleiz, 43 anos, proprietário da loja de brinquedos de madeira Pipoquinha Brinquedos, há três anos, quando começou a reaproveitar as sobras que eram descartadas durante a produção dos bonecos. No início, 40% da madeira era reaproveitada, hoje são 50%. Esse material foi utilizado para a criação de novos brinquedos e a iniciativa ainda fez Boleiz economizar 7% na compra de matéria-prima. “No começo, achei que esse trabalho seria uma perda de tempo. Mas percebi que uma ação sem complexidade pode melhorar o negócio e o meio ambiente sem exigir gastos”, afirma.

3 – MUDANÇAS NO NEGÓCIO COM INVESTIMENTO
O que fazer: desenvolver projetos e dedicar recursos à redução do impacto ambiental do negócio
Exemplo: assistindo a um noticiário em 2006, Juarez Cotrim, 40 anos, percebeu que precisava agir para que seu negócio, a Cerâmica Luara, deixasse de ser visto como vilão do meio ambiente. Ele então resolveu investir R$ 300 mil em um projeto de substituição de combustível. Os tradicionais fornos a lenha foram desmanchados; e queimadores de biomassa, colocados no lugar. O aporte valeu a pena, pois gerou aumento de produtividade. A Cerâmica Luara, que fatura anualmente R$ 1,6 milhão, passou a produzir 30% mais tijolos com o mesmo custo de 2005. Tornou-se também pioneira no mercado de créditos de carbono. “Me chamaram de louco, quando decidi investir esse valor. Mas isso foi o melhor negócio que já fiz na minha vida, tanto financeira como socialmente”, diz Cotrim. O empreendedor investiu também mais de R$ 30 mil para trocar os cabos elétricos — economizando 20% de energia —, criar barracões ecológicos e ter um sistema de reúso de água da chuva.

4 – FORNECEDOR SUSTENTÁVEL
O que fazer: avaliar a qualidade do material dos fornecedores e criar políticas de incentivo sustentável a essas empresas
Exemplo: há quatro anos, a rede de franquias Patroni Pizza, que fatura anualmente R$ 70 milhões, decidiu substituir o seu principal combustível — a lenha — por um que agredisse menos o meio ambiente. A rede investiu R$ 600 mil para que o seu fornecedor começasse a trabalhar com briquetes, subproduto da manipulação da madeira. “Precisei mostrar ao nosso fornecedor que o briquete era uma fonte rentável de negócio”, diz Rubens Augusto Junior, presidente da Patroni Pizza. A mudança permitiu uma economia de R$ 150 mil por mês, pois o novo material pode ser facilmente armazenado e proporciona maior higiene nas lojas. “Esse investimento gerou um valor agregado maior aos nossos produtos”, afirma Junior.

5 – INOVAÇÃO ECOLÓGICA
O que fazer: desenvolver produtos com baixo impacto ambiental que proporcionem um diferencial no negócio
Exemplo: um investimento de R$ 20 mil em 2009 permitiu à rede de franquias Lavasecco se destacar da concorrência. A inovação veio da substituição dos tradicionais cabides feitos de madeira, arame e plástico por similares ecológicos produzidos com papel. “Ações como essa fazem o consumidor perceber quais são os princípios da empresa e preferir o nosso trabalho”, diz Alessandra Oricchio, gerente de marketing da Lavasecco, que tem um faturamento anual de R$ 6 milhões. A rede desenvolve também um trabalho de conscientização dos clientes. Ao perceber que muitos esqueciam o porta-tíquete de plástico e jogavam as embalagens de proteção da roupa no lixo, a Lavasecco criou um porta-tíquete de papel, passou a envolver mais peças em uma mesma embalagem e criou sacolas retornáveis. Todo esse projeto recebeu um investimento de R$ 30 mil.

Foram consultados para esta reportagem Cláudio Tieghi, presidente da Afras; João Gilberto Azevedo, gerente de comunicação e mobilização do instituto Ethos; Dorli Therezinha Martins, consultora do Sebrae; Roberta Cardoso, professora da FGV-EAESP; e Isak Kruglianskas, professor da FEA-USP



DE OLHO NAS LEIS | Não param de surgir leis para estimular, ou mesmo obrigar, as empresas a contribuírem com o meio ambiente. Empreendedores que se adiantam e adotam desde já práticas verdes terão vantagem. A seguir, as últimas mudanças – e seus impactos. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Sancionada em agosto deste ano, a lei estabelece regras para o recolhimento de embalagens usadas. Além disso, fabricantes, distribuidores e importadores ficam obrigados a responder pelo ciclo de vida e descarte correto de diversos produtos, como resíduos e embalagens de agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos.

LEI DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Desde junho, o estado de São Paulo prevê que até 2020 deverá haver redução de 20% das emissões dos gases de efeito estufa. A lei institui metas de diminuição de poluentes para diversos setores e a elaboração de programas — desenvolvidos com o setor empresarial — voltados para a inovação tecnológica.
Fonte: PEGN

Carro colide a 200 km/h no centro de cidade


Um grave acidente envolvendo cinco veículos, nos primeiros minutos da madrugada deste domingo (5), causou a morte de uma jovem de 18 anos e ferimentos gravíssimos e outras cinco pessoas, no centro da cidade de Mandaguari - região de Maringá.

Segundo informou ao Bonde o sargento Reginaldo, bombeiro de Mandaguari, um Ômega,
conduzido por Willian Gonçalves, 21 anos, bateu a cerca de 200 km/h em uma caminhonete Hilux. "Ele teria perdido a direção ao tentar desviar de um outro veículo e acabou colidindo contra uma caminhonete Hilux que trafegava no sentido contrário. Após colisão, o Ômega, que estava em altíssima velocidade, capotou várias vezes e bateu em outros veículos que estavam estacionados na avenida Amazonas", explicou o sargento.

Socorristas do Corpo de Bombeiros prestaram os primeiros atendimentos aos feridos, que ficaram presos às ferragens do carro. Marcela Andressa Ferreira, 18 anos, morreu no local devido a gravidade dos ferimentos. "Ela fraturou o pescoço, o crânio e teve esmagamento de coluna. Seu corpo ficou parcialmente fora do veículo e seria recolhido pelo IML de Maringá", revelou Reginaldo.

Os feridos foram encaminhados para o pronto atendimento municipal e para o Hospital Metropolitano de Sarandi: Thais Gonçalves, 18, Jhonatan Guimarães, 24, o condutor Willian Gonçalves, 21 - que está em estado gravíssimo, e ainda Marcos Capoia, 20, e Rosimera Silva, 38, também correndo risco de morte.

Fonte : Bondenews.

Veja os 21 'deslizes' que dificultam a perda de peso



Você vive de dieta, mas o ponteiro da balança parece conspirar contra você. Ele permanece estável, sem levar em consideração todo o esforço que você anda fazendo para manter a boca controlada. Antes de colocar toda a culpa em cima da balança e achar que tudo não passa de uma rixa pessoal, cheque a lista abaixo com 21 motivos que fazem você não emagrecer. Além de apontá-los, a responsável pela equipe nutricional do site especializado Minha Vida, Roberta Stella, ensina como inverter o jogo a seu favor.

1- Esquecer de pôr fibras no cardápio -As fibras estão relacionadas à maior saciedade. Ou seja, menos fibras é igual a mais comida e, portanto, mais calorias. Cereais integrais, frutas, legumes e verduras respondem como boas fontes do nutriente. Provavelmente, uma alimentação carente nestes alimentos é composta por ingredientes mais calóricos, o que leva ao ganho de peso.

2- Repetir sempre o mesmo menu - Pessoas que desejam emagrecer seguindo uma alimentação monótona desistem mais fácil do projeto de emagrecimento , constata Roberta. Variar os tipos de alimentos, texturas e sabores é um dos segredos para perder peso com saúde.

3- Pular refeições - Ao pular refeições, você só faz com que a fome se acumule. Fome acumulada pode significar descontrole e excesso alimentar em algum período do dia , alerta Roberta Stella. Além disso, não realizar, pelo menos, cinco refeições por dia, faz com que a quantidade de nutrientes importantes para o corpo não seja fornecida adequadamente.

4- Estipular metas difíceis de serem atingidas - Segundo a nutricionista, estabelecer metas de grande perda de peso, em pouco tempo, pode surtir efeito contrário e levar à desistência do projeto. Estabeleça pequenas metas durante o processo de emagrecimento. As vitórias ao longo do caminho servem como estímulo e mostram que é possível chegar ao peso desejado , aconselha.

5- Beber pouca água - A água não tem calorias e só traz benefícios. Mesmo assim, muita gente faz cara feia na hora de beber água (2 litros é a dose mínima por dia). Além de fundamental para se manter bem hidratado, o consumo de água durante o dia retarda a sinalização de fome. Portanto, ela está envolvida com a menor ingestão de alimentos, diminuindo as calorias diárias.

6- Comer depressa demais - Quando você faz refeições rápidas demais não dá o tempo necessário para o cérebro entender que o estoque de alimentos foi reposto e que, portanto, você pode parar de comer. De acordo com Roberta Stella, é preciso reservar, pelo menos, 30 minutos para fazer as refeições. Ingira os alimentos calmamente, em um ambiente tranquilo, evitando comer na frente do computador ou da televisão , completa.

7- Extrapolar na quantidade dos alimentos - A moderação é mais um segredo para ver o ponteiro da balança descer. Ingerir uma quantidade de alimentos além da necessária leva ao excesso calórico que, por sua vez, resulta no ganho de peso.

8- Dar importância desmedida ao regime - Focar toda a sua atenção à dieta, não é nada estimulante. Pensar no cardápio equilibrado a todo momento leva a uma sensação de privação e punição por ter adquirido os quilinhos extras. Veja positivamente sua mudança de hábitos alimentares. Quando menos esperar, o emagrecimento vai aparecer, incentiva a nutricionista.

9- Beliscar o tempo todo - Beliscar o dia todo faz com que você perca a noção da quantidade de alimentos ingeridos , afirma Roberta. O melhor a fazer é estipular horários para pequenos lanches entre as refeições principais. Isso ajuda muito a evitar qualquer tipo de excesso , garante a especialista.

10- Dispensar legumes e verduras - Fazer dieta, para você, é sinônimo de cortar calorias (a inclusão de alimentos saudáveis é só um adicional). Grande engano, já que legumes e verduras são indispensáveis na mesa. Além dos inúmeros nutrientes que oferecem, os vegetais são ricos em fibras e saciam sua fome mais rapidamente. Deixar de ingeri-los leva a um maior consumo de alimentos e calorias, prejudicando assim, o emagrecimento , conta a nutricionista.

11- Ignorar as informações dos rótulos - As informações contidas nos rótulos dos alimentos são as melhores armas para os consumidores encherem o carrinho de compras saudáveis. Analisando as tabelas, dá para saber se a porção do alimento tem calorias excessivas, nutrientes importantes, ou ainda, se é rica em gorduras e açúcares.

12- Sofrer com a ansiedade pelos resultados - Evite se pesar em diversos momentos do dia. A variação apontada pela balança é normal em diferentes horários e até em dias consecutivos. Essas mudanças, principalmente quando o ponteiro sobe, podem desanimar quem está de dieta , conta Roberta Stella, nutricionista do Minha Vida. Por isso, pese-se somente a cada sete dias, com menos roupas possíveis, no mesmo horário e na mesma balança.

13- Cometer deslizes nos finais de semana - Muitas pessoas fazem um pequeno deslize se transformar em início da desistência do projeto de emagrecimento. Para se prevenir, fuja de situações que incentivam o excesso. Caso já tenha extrapolado, volte à dieta logo em seguida, sem restrições exageradas para compensar as calorias a mais , ensina a especialista.

14- Não praticar exercícios - Por aumentar o gasto calórico, as atividades físicas são excelentes meios para acelerar o emagrecimento. Outros pontos positivos dos exercícios é que eles diminuem a porcentagem de gordura corporal e aumentam a massa magra. Como os músculos queimam mais calorias, as atividades físicas ainda ajudam na manutenção do peso.

15- Ser fã dos chopinhos nas happy hours - O típico encontro com os amigos após o expediente pode ser uma armadilha para quem quer emagrecer. Chope, batata frita, amendoim e salgadinhos esbanjam calorias e nunca faltam nas happy hours. Você não precisa deixar de sair com os amigos, mas proponha bares e restaurantes que oferecem opções de petiscos mais saudáveis.

16- Não substituir as frituras pelos grelhados - Se você ainda não se convenceu de que precisa substituir os alimentos fritos pelos grelhados, aí vai uma boa causa: eles têm o dobro ou mais calorias que suas versões assadas ou feitas na chapa. Prefira sempre o grelhado, enfatiza.

17- Ceder aos doces - Na lista de campeões em gorduras e açúcares, os doces certamente levam a um excesso calórico. O conselho de Roberta Stella é resistir ao máximo. Se a vontade for muita, opte pelas menores porções.

18- Acreditar em dietas milagrosas - Segundo Roberta, as dietas altamente restritivas são caminho certo para o abandono do plano de emagrecimento. Opte por uma dieta equilibrada que faça com que a redução de peso seja gradual, mas efetiva, aconselha.

19- Deixar de incluir lanches entre as refeições principais - Deixar intervalos grandes entre um prato principal e outro faz você chegar faminto às refeições. Não fique mais que quatro horas sem se alimentar. "Garanta isso fazendo pequenos lanches", diz a nutricionista.

20- Exagerar na determinação - Quando a vontade por alguma tentação aperta, você resiste bravamente. A atitude exemplar nem sempre é a mais ideal. Acumular vontade pode levar a um descontrole mais adiante , alerta Roberta Stella. Se a vontade de comer um doce for muito grande, por exemplo, coma um bombom ou uma barrinha pequena de chocolate. Assim, você evita comer a caixa de bombons inteira em algum outro momento.

21- Tomar refrigerantes - Roberta explica que as bebidas gaseificadas dão uma falsa sensação de saciedade. O que acontece é que, logo após uma refeição, você volta a sentir fome mais cedo e passa a beliscar. Para acompanhar as refeições, opte por um copo de água ou de suco natural, no máximo 200 ml. (As informações são do Minha Vida - Saúde Alimentação e Bem-estar)

Fonte : Bondenews.

Empresa de São Paulo lança calçado com ventilação


Linha Nevano Ventilator reúne cinco modelos, que chegarão ao consumidor com preço em torno de R$ 160.


Nevano Ventilator promete refrescar os pés dos homens brasileirosLançada na Couromoda 2011, em São Paulo, a Nevano Ventilator promete refrescar os pés dos homens brasileiros. Desenvolvida com tecnologia testada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a nova linha da Nevano, uma pequena indústria de calçados de Franca (SP), possui no solado um sistema que funciona como um pequeno ventilador interno, que não deixa o pé ficar suado.

“Conforme você anda, esse sistema faz com que o ar entre e saia do calçado. Ele também ajuda a evitar mau cheiro e combate frieiras e outras doenças”, diz Diego Ferreira, sócio da empresa. O calçado é revestido por couro dentro e fora e deve chegar ao consumidor final por um preço médio de R$ 160 já em fevereiro.

A Nevano está há 18 anos no mercado. De acordo com Ferreira, inovar sempre foi preocupação da empresa. Já lançou no mercado os sapatos anti-estresse, entre outros modelos. A marca produz 600 pares por dia, emprega 70 pessoas, entre funcionários diretos e indiretos, e possui 14 mil clientes cadastrados.

A Nevano é uma das 48 empresas que participaram do estande coletivo de Franca na Couromodas, evento encerrado ontem (20), em São Paulo, e que teve o apoio do Sebrae. A Nevano também já contou com o suporte do Sebrae em seus processos de gestão. “Nosso objetivo com tudo isso é crescer em 2011 cerca de 20%. Por isso, estamos aumentando o investimento em publicidade e inovação", afirma Diego Ferreira


Fonte : PEGN

Sorte de quem come



Saudável, refrescante e light, a romã tem motivos de sobra para entrar no seu cardápio de verão – mesmo que você não acredite em simpatias.


Se ela atrai sorte e prosperidade, vai da fé de cada um. Mas alguns benefícios da romã para a saúde estão mais do que comprovados. Nativa do norte da Índia e do Irã, a fruta de sementes vermelhas tem seu consumo associado à redução dos níveis de colesterol ruim (LDL), além de ser rica em vitaminas dos complexos A e B, que protegem a visão e fortalecem o sistema imunológico, respectivamente, explica a nutricionista Flávia Bulgarelli, da Universidade Federal de São Paulo. Possui também grandes quantidades de cálcio, fósforo e potássio e ainda tem propriedades anti-inflamatórias – daí o costume popular de fazer gargarejos com chá de romã para aliviar dores na garganta. Para completar, é superlight: tem apenas 56 módicas calorias a cada 100 gramas.

Afeganistão, Irã, Israel, Estados Unidos e Espanha estão entre os maiores produtores de romã. No Brasil, para onde foi trazida pelos portugueses, a época de romã cai na primavera e no verão. A planta, um arbusto que pode ficar bem alto se não for podado, entra frequentemente em projetos de paisagismo. “Ela prefere o clima subtropical, mas se adaptou bem a regiões com condições de verão e de inverno pronunciadas”, diz José Antonio Alberto da Silva, pesquisador científico de fruticultura da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). “Algumas espécies podem durar 200 anos, embora o auge da produção seja até os 15 anos”, completa. No restaurante Melograno (romãzeira, em italiano), o chef Eduardo Passarelli usa a romã para fazer a calda da sobremesa finestra (R$ 9), uma musse de chocolate branco. “A musse traz notas adocicadas bastante intensas e as notas cítricas da romã balanceiam essa doçura. No visual, o contraste do branco como grená fica lindo”, diz o chef. Para acompanhar o doce, Passarelli sugere uma cerveja frutada do tipo lambic. “Fica perfeito!”, garante.


Rendimento 12 porções
Tempo de preparo 2 h (com o tempo de geladeira)


Ingredientes

Musse

500 g de
chocolate branco
picado;
130 g de açúcar;
300 ml de leite (aquecido);
5 gemas;
500 ml de creme de leite fresco.



Calda

1 romã grande;
30 ml de água;
30 ml de xarope
de romã;
30 g de açúcar.

Modo de fazer

Musse

1 Bata as gemas com o açúcar e acrescente o leite. Misture.
2 Leve ao fogo e, assim que levantar fervura, apague. Acrescente o chocolate picado e misture tudo até ficar homogêneo.
3 Bata o creme de leite no ponto de chantilly. Incorpore delicadamente a mistura de chocolate ao chantilly, sem que ele perca o aerado. Divida a musse em potinhos de vidro e leve à geladeira.

Calda

1 Abra a romã, separe várias sementes e esprema a polpa para extrair o suco da fruta.
2 Leve o suco de romã, o açúcar, o xarope e a água ao fogo e ferva até obter o ponto de calda.
3 Deixe esfriar, adicione as sementes reservadas e sirva sobre a musse.



Fonte : casa e jardim.

LG anuncia abertura de fábrica no Brasil


Empresa não revelou quanto investirá na unidade, que será instalada na cidade de Paulínia (SP).


Tóquio, 20 dez (EFE).- A empresa sul-coreana LG Electronics anunciou nesta segunda-feira que abrirá mais uma fábrica no Brasil para aumentar a produção de componentes eletrônicos no país, sem dar detalhes do montante de seu investimento.

A LG deve "utilizar o terreno oferecido gratuitamente por uma cidade brasileira para expandir suas vendas no Brasil", disse o porta-voz da empresa, Cho Joong-kwon, em declarações citadas pela agência sul-coreana "Yonhap".

A fábrica deverá ser instalada na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo, para produzir refrigeradores, fogões e outros produtos a partir de outubro de 2011, segundo a "Yonhap.

Fonte : època negócios.

Caixa lança cartão para pagamento de aluguel sem fiador


Cartão, que tem objetivo de substituir fiador ou garantia adicional, será oferecido nas bandeiras MasterCard e Visa para clientes com renda mínima de R$ 1 mil.


A Caixa Econômica Federal lançou hoje o Cartão Aluguel Caixa. A ideia é juntar num produto só o cartão de crédito e o pagamento do aluguel, sem precisar da figura do fiador nem de garantias adicionais.

O Cartão Aluguel Caixa funcionará a partir de hoje em fase piloto de 60 dias em São Paulo e Goiás, inicialmente com quatro imobiliárias credenciadas, sendo duas de São Paulo - Parceria Imóveis e Koyama Imóveis; e duas de Goiás - Tropical Corretora e Leonardo Rizzo Locações Imobiliárias.

"Nesses 60 dias de teste queremos chegar a 300 imobiliárias parceiras para, em fevereiro, lançar o produto no Brasil inteiro", afirmou o vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza, no evento de lançamento do cartão. "No primeiro ano de funcionamento pleno queremos atingir 100 mil cartões aluguel vendidos e nos próximos cinco anos um milhão de cartões", disse o executivo.

O consumidor poderá adquirir o cartão nas agências da Caixa e nas imobiliárias credenciadas. A renda mensal mínima solicitada é de R$ 1 mil. O produto, que será oferecido nas bandeiras Visa e Mastercard, terá dois limites. Um deles é o rotativo, como no cartão de crédito tradicional, onde o consumidor poderá fazer compras em estabelecimentos comerciais do País e do exterior. A anuidade do cartão para esse tipo de serviço é de 12 parcelas de R$ 8 e os juros por atrasos de pagamentos são os mesmos dos cartões de crédito do mercado.

Já o outro limite é o do aluguel. A partir do momento da ativação desse limite será cobrada uma taxa mensal de manutenção de 6,67% ao mês da parcela do aluguel a ser paga, como se fosse o seguro fiança. Os juros que serão cobrados por inadimplência serão os mesmos previstos no contrato da imobiliária. "A responsabilidade da cobrança passa a ser toda da Caixa. E não é só questão da garantia do recebimento pela imobiliária de aluguel não pago de até 12 meses, mas o cartão servirá para facilitar o pagamento do aluguel para o consumidor", afirmou Lenza.

Atualmente, o número de imobiliárias parceiras da Caixa é de 4 mil. A base de cartão de débito da instituição financeira é de mais de 50 milhões de cartões, enquanto a de crédito, de 7,7 milhões de cartões.

"Vemos a notícia com muito otimismo e o cartão atenderá tanto o locatário quanto o inquilino e todo o setor imobiliário", disse o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, também presente no lançamento do Cartão Aluguel Caixa.

fonte: època negócios.