sábado, 8 de janeiro de 2011

Cientistas desenvolvem porco que não cheira mal


Desenvolvido por um grupo de cientistas estrangeiros, recebeu o apelido de “Enviropig” (mistura de "environment" e "pig", respectivamente meio ambiente e porco, em inglês) o porco geneticamente modificado que não polui o meio ambiente. A aparência do animal, além dos sons emitidos e do gosto de sua carne seriam iguais às de um porco comum. A diferença está na quantidade inferior de fósforo e chorume (espécie de gordura contendo alta carga poluidora) produzidos pelo bicho, agredindo menos as águas e exterminando o forte odor característico dos porcos.

Como todas as criaturas, os suínos precisam de fósforo para ajudar na formação de seus ossos, dentes e paredes celulares. Mas, normalmente, os animais são alimentados com cereais que contêm um tipo de fósforo que seu organismo não consegue digerir. Assim, grande parte dos pecuaristas enriquecem a dieta dos bichos com uma enzima denominada fitase, que ajuda na digestão do fósforo, mas não evita que o elemento químico chegue ao meio ambiente na forma de adubo, provocando a proliferação de algas, que sufocam a vida aquática e criam "zonas mortas" para os peixes.

Ao contrário de suínos normais, Enviropigs foram concebidos para produzir suas próprias fitases, a partir da bactéria E.coli. De acordo com informações do jornal Daily Mail, testes comprovaram que o porco geneticamente modificado foi capaz de absorver mais fósforo de sua alimentação, produzindo resíduos menos tóxicos.

Um dos criadores do animal, o professor Rich Moccia, da Universidade de Guelph, em Ontário, Canadá, trabalha há uma década no projeto e garante que a carne do Enviropig é idêntica à de um porco comum. “ Acreditamos que o nosso porco será o primeiro geneticamente modificado a oferecer salsichas, bacon e carne de porco
fonte: globo rural

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Inventor encontra soluções criativas para situações cotidianas


Inventor encontra soluções criativas para situações cotidianas
Pequena indústria faz a diferença ao lançar o premiado Gela Latinha, Ser um inventor não é privilégio apenas de pessoas criativas ou geniais. Basta ter o poder da observação. Foi com esse pensamento que o engenheiro agrônomo Carlos Antônio Pontes Barreto abriu uma pequena indústria em Fortaleza (CE), para fabricar todos os equipamentos que ele queria, mas que não existiam no mercado. Com metodologias simples e idéias do dia-a-dia, o inventor profissional – como ele se autodenomina – apostou no desenvolvimento de novos produtos e conquistou mercados.
O negócio propriamente dito começou em 1981, quando Barreto decidiu desenvolver um produto para ajudar sua esposa, dentista, a atender pacientes com dificuldade de locomoção. Nasceu, assim, o primeiro consultório odontológico portátil do Brasil. Uma pequena maleta com os equipamentos necessários para o atendimento foi o primeiro produto da Tapeline Indústria e Comércio de Equipamentos Elétricos Ltda., empresa de base tecnológica incubada no Parque de Desenvolvimento Tecnológico (Padetec) da Universidade Federal do Ceará.

Já naquela época, o engenheiro agrônomo procurou o Sebrae para viabilizar o negócio. Com apoio da instituição, aprendeu as primeiras noções de gestão e plano de negócios, começou a participar de feiras e eventos, além de receber orientação para financiamentos e acesso ao crédito. Depois disso, o negócio não parou de crescer. A cada ano surgiam novas invenções criativas e diferenciadas, que conquistavam os clientes da região.

Engenhocas criativas

Uma das criações de Barreto e família foi a mamadeira elétrica, um microprocessador portátil e versátil utilizado para o preparo de alimentos infantis no próprio recipiente. “Funciona como uma espécie de liquidificador, mas é um aparelho silencioso, de baixo consumo de energia e de total higiene no manuseio”, conta.

Também foi dele a idéia da secadora de roupa íntima, produto voltado para o público feminino para utilização em ambientes pequenos, e o higienizador dorsal, para o banho. Outra invenção de sucesso é a coqueteleira elétrica Caipirinha Express. A engenhoca, além de destinada ao preparo de coquetéis, limonadas e caipirinhas, pode ser usada para achocolatados, milk-shakes e outras bebidas.

Nova realidade

Mesmo com tantas idéias de sucesso, a Tapeline só tornou-se conhecida no mercado com o lançamento do Gela Latinha, equipamento elétrico de resfriamento instantâneo de bebidas, tanto para uso doméstico como para veículos. O produto foi vencedor do Domingão da Invenção, no programa do Faustão, da TV Globo, em 2008. A partir daí, as vendas deslancharam. “Até ali, eu era visto como um maluco, uma pessoa que vivia em outra realidade. Hoje, sou reconhecido como um empreendedor inovador”, conta.

Atualmente, Barreto conta com a ajuda do filho no gerenciamento da empresa, além de um empregado. A produção média é de 200 Gela Latinhas por mês. Como receita para o sucesso, ele aponta atenção aos detalhes do cotidiano, muitas vezes despercebidos pelas pessoas. “Aqueles que acham que não há mais nada para ser inventado estão muito enganados. Há sempre algo novo para ser criado e reinventado; o segredo é estar sempre antenado com as pequenas coisas”, ensina.

fonte:PEGN

Teve dias em que pensei em desistir, mas deu certo



Desde o início, já desejava que o futuro do meu negócio fosse além da venda de um refrigerante e um salgado. Sempre ficava imaginando como poderia fazer para que os produtos ultrapassassem as portas do ponto de venda. Antes disso, tive que focar o meu processo produtivo, otimizando algumas etapas, inclusive investindo em equipamentos.

Comprei equipamentos industriais, como batedeira e ralador de queijo, fornos com maior capacidade de aproveitamento, layout da cozinha e vasilhames, entre outros itens que otimizassem a produção. Foi uma iniciativa positiva, mas um sufoco. Tudo sem empréstimo bancário, pago de forma parcelada: a cada mês era um desafio cumprir o compromisso.

Quanto aos fornecedores, comecei a comprar direto com os fabricantes. Era uma vantagem representativa, mas o prazo era determinado em função da quantidade comprada. Mesmo assim, mantive o raciocínio, pois com margem pequena não se pode desperdiçar dinheiro. Fui aprendendo o que manter e o que eliminar.

Em alimentação, os prazos de pagamento não são muito diluídos. Comentei com um professor do programa 10,000 Women e ele disse que é devido ao tamanho do negócio. Um grande atacadista conseguiria prazos melhores. Um dia chegarei lá!

Quanto à contratação de pessoal, foi bastante complicado, mesmo tendo formação e experiência em RH! O mercado vem sofrendo uma modificação muito grande, e encontrei dificuldades para conseguir boas atendentes. Busquei no mercado uma empresa que recrutava para uma rede especializada em salgados de Belo Horizonte. Achei que tinha encontrado respostas para as minhas dificuldades. Ledo engano. Houve problemas de todas as formas, e a proprietária da empresa confirmou que, em questão de números, o índice de rotatividade de atendentes de alimentação é altíssimo.

Depois de algumas tentativas sem sucesso, segui um método próprio para contratação: indicação entre as colaboradoras mais estáveis, uma conversa bem direta, identificação das expectativas, monitoramento de perto e correção dos erros. Aí sim, encontrei o cenário de que eu precisava. Alguns casos foram possíveis de reter, outros, não, mas eu diria que hoje consigo administrar melhor essa deficiência crítica do setor.

Reconheço que a dedicação que a gestão de pessoas exige, se bem trabalhada, gera resultados positivos. Tenho pessoas que trabalham comigo desde quando comecei. Não imaginava que as dificuldades que tive no início fossem traduzidas numa relação de confiança, responsabilidade e comprometimento. Aproximei-me dos valores morais e éticos dos colaboradores, com um cuidado enorme, até ter certeza de que era o melhor caminho. Segui minha percepção e concentrei meus esforços. Teve dias em que pensei em desistir, mas tenho boas notícias: deu certo!

fonte: PEGN

Inovação pode levar Brasil a ser país de alta renda em 15 anos


O Brasil tem potencial para ocupar a confortável condição de país desenvolvido de alta renda, dentro de 15 anos, se conseguir inovar o suficiente para elevar a sua produtividade aos níveis dos países da União Européia. A perspectiva de um status superior à atual situação brasileira foi apresentada pelo diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, durante encontro anual promovido pela Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), que reuniu pesquisadores, gestores de parques tecnológicos e incubadoras de empresas e autoridades governamentais nesta quarta-feira (8), em Brasília.

“Precisamos comparar o Brasil com o que queremos que ele seja daqui a 15 anos”, justificou o diretor do Sebrae ao fazer uma análise comparativa entre o Brasil e dez países daquele bloco econômico – Itália, Espanha, Portugal, França, Reino Unido, Alemanha, Holanda, Grécia e Suécia. “Nossas micro e pequenas empresas têm a mesma participação na economia (99%) e geram um número de empregos equivalente (52,2%). O que nos separa desses países é a contribuição no PIB”, destacou.

Conforme Carlos Alberto, a participação das micro e pequenas empresas no PIB brasileiro “é bastante pequena (20%)” e nos países da União Européia a contribuição é muito maior. A menor participação no PIB entre os dez países avaliados, à exceção do Brasil, é Alemanha e situa-se em 33,5%, seguindo-se o Reino Unido (34%) até os mais expressivos, Itália e Grécia, ambos com 55,6%.

“Não precisamos aumentar o número de empregos; as pequenas empresas têm relevância social enorme, mas é imprescindível melhorar a produtividade e elevar a sua participação na economia”, disse o diretor do Sebrae. Segundo ele, esse novo status econômico do Brasil só será viável “se agregarmos fortemente inovação e empreendedorismo” no mercado dos pequenos negócios. “No contexto da economia, a melhor opção é focar numa estratégia de encadeamento produtivo, numa abordagem ampliada do mercado”, recomendou.

Presente também ao evento da Anprotec, o secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Rodrigues Elias, afirmou que nunca antes houve tanto recurso no País para inovação e empreendedorismo. Em 2011, R$ 3,7 bilhões serão aportados pelo MCT. Elias, que está na equipe de transição do governo, pediu para a Anprotec encaminhar o documento com o resultado do planejamento estratégico da instituição, organizado a partir do debate com os principais dirigentes de incubadoras de empresas e parque. “O objetivo é entregar o documento ao próximo governo e deixar o desafio de construirmos políticas públicas para incentivar inovação e empreendedorismo para o próximo ministro”, assinalou.

O anfitrião do evento, Ary Plonski, por sua vez, fez um “balanço retrospectivo” da atuação da entidade. Na oportunidade, ele destacou a importância das parcerias institucionais e de cooperação técnica, que tornaram possível a realização de eventos de caráter científico e de capacitação, como workshops e seminários, além de missões internacionais, realizadas em Israel e na França.

Plonski ressaltou também a articulação da entidade com o Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos (PNI), que resultou em editais envolvendo R$ 10 milhões para incubadoras de empresas e R$ 40 milhões para parques tecnológicos. Ao final, foram dez itens que constituíram os “DezTaques 2010” da Anprotec, apresentados pelo seu presidente Ary Plonski.

fonte: PEGN

Pequena empresa redireciona negócios para atender às classes C, D e E


Pequena empresa redireciona negócios para atender às classes C, D e E
Compartilhe Para oferecer cosméticos e produtos de higiene pessoal a outros segmentos de público, a fábrica cearense Biomátika investe em novos equipamentos, sede e logística própria.




Empresa oferece cosméticos e produtos de higiene pessoalApostar nas classes C, D e E como público-alvo levou a Biomátika, empresa cearense de cosméticos, a investir em novos equipamentos, sede e logística própria. Sem falar no marketing, que passou a ter o público feminino como alvo principal.

Seu diretor, José Dias Vasconcelos Filho, destaca o redirecionamento dos negócios da pequena fábrica de cosméticos e produtos de higiene pessoal, sediada em Eusébio, município integrante da Região Metropolitana de Fortaleza.

“Produzir para esse público é totalmente diferente, porque o poder aquisitivo dessas pessoas ainda é baixo. Elas melhoraram de vida, mas ainda não conseguem comprar produtos de alto valor agregado. As necessidades básicas continuam a ser prioritárias, como alimentação e roupas. Despesas com higiene pessoal e cosméticos vêm em terceiro lugar”, explica o empresário.

Para conseguir oferecer um produto de qualidade a preço justo, é necessário produzir em escala, conforme afirma José Dias. “Baixar custos e a margem de lucro é o caminho. Produzir quantidades maiores reduz o custo por unidade. A recompensa está na produção e na venda em escala”, justifica o empresário.

A empresa também investe e desenvolve logística própria para fazer a manutenção própria dos equipamentos da fábrica. “Temos mão de obra preparada. A nossa região conta com trabalhadores qualificados, pois aqui há muitas indústrias farmacêuticas”, diz José Dias, que revela que um caminhão foi adquirido para distribuir a nova linha de produtos.

Com as mudanças, a clientela também mudou, segundo José Dias. “Agora a nossa opção é por atacadistas que gostam de trabalhar nas periferias e bairros”, esclarece. José informa que uma campanha para rádios FM e AM será deflagrada em Fortaleza. “Nosso foco será o público feminino. Inicialmente nosso laboratório será o Ceará. Depois vamos investir nos outros estados do Nordeste e da Região Norte”, revela o empresário.
fonte:PEGN

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

China bate Estados Unidos na lista dos computadores mais poderosos do mundo


O Tianhe-1A tem uma capacidade de processamento de 2,67 petaflops, o que significa que é capaz de fazer 2,67 quadrilhões de cálculos por segundo. Veja a lista dos dez maiores do mundo.

Tianhe-1A: o supercomputador chinês se confirmou a máquina mais poderosa do mundo em ranking publicado pelo Top500.orgA 36ª lista divulgada neste domingo pela organização TOP 500 Supercomputing Sites, confirmou o Tianhe-1A, da China, como a máquina mais rápida do mundo, à frente do Jaguar, máquina do departamento americano de energia, que liderava o ranking anterior e agora está na segunda colocação.

+ Mark Zuckerberg: “iPad it’s not mobile!”

O Tianhe-1A, que começou a operar no final de outubro, tem capacidade de realizar 2,67 quadrilhões de cálculos por segundo, ou 2,67 petaflops/s. A supermáquina ocupa uma área de mil metros quadrados e realiza em um dia a mesma tarefa que um computador convencional demoraria 160 anos para fazer. A máquina reúne nada menos do que 7.168 servidores trabalhando em conjunto.

O computador chinês chegou a ter sua performance questionada por especialistas, que chegaram a dizer que o computador possui grave incompatibilidade de software e hardware, que impede, por exemplo, seu uso para fins militares.

Em terceiro lugar na lista divulgada pelo Top500 ficou outra máquina chinesa, a Nebulae, que possui capacidade de processamento de 1,27 petaflop por segundo e fica no Centro Nacional de Supercomputação da China, em Shenzen.

Nas dez primeiras colocações da lista ainda aparecem megacomputadores do Japão, da França e Alemanha. Veja na tabela abaixo a lista dos dez computadores mais rápidos do mundo.

Os supercomputadores mais poderosos do mundo
Posição Nome País Capacidade de processamento
1 Tianhe-1A China 2,67 Petaflops
2 Jaguar Estados Unidos 1,76 Petaflops
3 Nebulae China 1,27 Petaflops
4 Tsubame 2.0 Japão 1,19 Petaflops
5 Hopper Estados Unidos 1,05 Petaflops
6 Tera-100 França 1,05 Petaflops
7 Roadrunner Estados Unidos 1,04 Petaflops
8 Kraken XT5 Estados Unidos 831.7 Teraflops
9 Jugene Alemanha 825,5 Teraflops
10 Cielo Estados Unidos 816.6 Teraflops


fonte: època negócios

Índice de aprovação de Lula chega a 87% e bate recorde


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou índice de aprovação pessoal recorde na 110ª rodada da pesquisa CNT/Sensus, divulgada na tarde desta quarta-feira. Segundo o levantamento, 87% dos entrevistados aprovam o desempenho pessoal de Lula. Em setembro, esse índice era de 80,7%. O Instituto Sensus ouviu 2 mil pessoas, em 136 municípios, entre os dias 23 e 27 de dezembro.

O governo Lula é avaliado positivamente por 83,4% dos entrevistados. Esse índice também é recorde, já que na última pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e divulgada em setembro, o governo tinha a aprovação de 79,4%.

A satisfação dos entrevistados também se reflete na avaliação do desenvolvimento econômico do País. Para 63,9% dos entrevistados, a economia se desenvolveu muito nos últimos oito anos, enquanto 30,4% acham que se desenvolveu pouco.

Do ponto de vista social, 57,8% acham que o Brasil se desenvolveu muito nos últimos oito anos, enquanto 35,6% acham que desenvolveu um pouco. A área social foi uma das principais vitrines do governo Lula, em virtude dos elevados investimentos no programa Bolsa Família, que beneficiou mais de 12 milhões de famílias.

Continuidade com Dilma
A pesquisa Sensus também investigou a expectativa da população em relação à Dilma Rousseff, que assume o cargo nesta quarta-feira. Os números revelam que para 69,2% da população a presidente eleita fará um governo ótimo ou bom, dos quais 27,7% acham que ela fará um ótimo governo e 41,5%, um bom governo. Para 17,6%, a petista deve ter um desempenho regular e para 6,4%, Dilma fará um governo péssimo ou ruim. Outros 7% dos entrevistados não souberam responder.

A pesquisa CNT/Sensus também aponta que para 43,7% do eleitorado o Brasil vai se desenvolver muito nos próximos quatro anos e 39,8% acham que o País vai desenvolver apenas um pouco nesse período. Para 7,5%, o País ficará estagnado e 9,2% não souberam responder.

Na área social, os resultados são semelhantes: 43% acham que o País vai se desenvolver muito na área social, 39,8% acreditam que o Brasil se desenvolverá um pouco, 8% avaliam que o País não vai melhorar neste setor, e 9,3% não souberam responder.

fonte : època negócios