sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Filho de jornalista envolvido em perseguição policial



Diversas viaturas de três batalhões da Polícia Militar participaram, na madrugada de hoje, na zona sul de São Paulo, de uma perseguição a um Subaru Impreza preto hatch que era conduzido por Leonardo Waack, de 28 anos, filho do jornalista Willian Waack, âncora do Jornal da Globo.

Foram pelo menos 30 minutos de perseguição ao veículo após o jovem desobedecer à ordem de parada de policiais militares do 16º Batalhão, na região do Morumbi. Viaturas do 12º e 23º batalhões também entraram no circuito e Leonardo foi detido na esquina da Rua Santa Justina com a Avenida Santo Amaro, próximo da Avenida Hélio Pelegrino, região do Brooklin. O veículo está com licenciamento atrasado e o rapaz alegou que não percebeu a ordem de parada, segundo os policiais.

Leonardo foi encaminhado ao 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi, e autuado pela delegada Beatriz Bravo Hernandez. O rapaz foi liberado por volta das 5 horas, assim como o veículo.
Uma persiguição de mais 30 minutos e uma pessoa com as viaturas atrás não perceber...Hestória mal contada,quando a policia viu o carro já consultaram e já sabiam de quem era....E porque? O carro não ficou preso se estava com os documentos atrasados....Não é carro de pobre.....O policia,corrupta....É São Paulo...E o pai é Jornalista da Globo. Fonte:agência Estado.

Superado pela Índia, Brasil é 10º maior produtor industrial do mundoSegundo levantamento da ONU, China superou o Japão em 2009 e já é o 2º maior produ


GENEBRA - O Brasil perde o posto de nono maior parque industrial do mundo. Dados divulgados pela ONU apontam que a Índia superou o Brasil em 2009 e o País caiu para a décima posição. No topo do ranking, a China supera pela primeira vez o Japão para se tornar o agora o segundo maior produtor de bens manufaturados do mundo.

A liderança é ainda dos Estados Unidos. Mas a economia americana está cada vez mais ameaçada nessa posição. No ano 2000, os americanos representam 26,6% da produção industrial do mundo, o ponto mais alto em 40 anos. Em outras palavras, a cada quatro produtos fabricados no planeta, um vinha dos Estados Unidos. Em 2000, o Japão era o segundo maior produtor. A China vinha apenas na quarta, com apenas 6,6¨da produção mundial.



A ONU não divulgou ainda os números absolutos da produção industrial no mundo em 2009 e o percentual é uma estimativa da participação de cada país. Mas, em 2007, o valor total da produção havia atingido US$ 6,7 trilhões. No ano seguinte, o valor chegou a US$ 6,81 trilhões. Em 2009, a produção industrial no mundo teria perdido 10% de suas atividades, segundo os dados da ONU.

"Mas a realidade é que o mapa mundial da produção industrial está em plena transformação", afirmou Shyam Upadhyaya, diretor de estatísticas da Organização de Desenvolvimento Industrial da ONU. A participação americana começou a cair a partir de 2000 e essa tendência se acelerou diante da crise em 2009. Hoje, 18,9% da produção industrial mundial ocorre nos Estados Unidos.

Em dez anos, a China dobrou sua produção e já tem 15,6% da fabricação de manufaturas no planeta, contra 15,4% do Japão.

Alemanha, Reino Unido, França e Itália também estão em franca queda. Em 2000, os alemãos eram os terceiros maiores produtores, com 6,8% do mercado. Hoje, contam com 6,3%. Os ingleses cairam na quinta posição para a oitava posição.

Brasil


No caso da produção industrial brasileira, a ONU indica que no início da década o País representava 1,66% da manufatura mundial. Espanha, México e Canadá superavam o Brasil naquele momento e o País ocupava a 12ª posição. A partir de 2006, o País ganhou posições, chegando a ser o nono maior produtor de manufaturados e chegando a 1,89% da produção mundial.

Mas, em 2009, a crise atingiu de forma mais importante o Brasil que outros países emergentes. O resultado foi que a Índia conseguiu avançar de forma mais rápida e superou o Brasil no ranking. A Índia dobrou sua participação no mercado mundial em dez anos, subindo de 1,1% em 2000 para quase 2% no ano passado.

Em termos de regiões, a Ásia já se transformou na planta industrial do mundo, produzindo 44% de toda a fabricação do planeta. A Europa conta com 27%, contra 20,5% na América do Norte. A América Latina corresponde a apenas 6,1% da produção mundial, contra um insignificante 1,6% da África.

Os países emergentes hoje produzem 44% das manufaturas do planeta, contra 66% nos países ricos. Mas o Brasil vem perdendo espaço. O País representava 10% de toda a produção industrial das economias em desenvolvimento em 1995. Dez anos depois, caiu para 7,2%.

Previdência estuda fim das pensões herdadas



BRASÍLIA - O bom desempenho da economia brasileira e a proximidade de um novo governo formam um cenário propício para reacender assuntos polêmicos ligados à Previdência Social. Pouco a pouco, o ministro Carlos Eduardo Gabas vem colocando os temas em pauta: aumento da idade mínima para aposentadoria, unificação dos regimes dos servidores públicos com o geral e continuação da contribuição previdenciária dos servidores inativos. Os itens mais recentes são o desconforto em relação ao acúmulo de benefícios, que praticamente só existe no Brasil, e as pensões herdadas por cônjuges.


Gabas encomendou estudos internos na Previdência para ter números que possam dar respostas sobre qual caminho seguir. No mínimo, a expectativa é de que seja feito um retrato da situação, já que nem todos os dados atuais podem responder a todas as dúvidas. Enquanto levantamento não sai, o ministro colhe avaliações informalmente. Ele mesmo não se compromete com posições, mas deixa passar alguns sinais sobre sua visão ao citar exemplos.

De acordo com o anuário da Previdência de 2008, o mais recente disponível, 3,7 milhões de pessoas recebiam naquele ano pensões por morte de cônjuge, companheiro ou ex-cônjuge - a maioria significativa é de mulheres (3,4 milhões). O total de pagamentos previdenciários por morte - incluindo filhos, pais, irmãos, além do próprio cônjuge - é feita a 6,5 milhões de beneficiados e o número geral de benefícios do INSS é de 23,1 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Vamos ficar muito atentos a esta matéria,para não deixarmos que derem uma rasteira,nos aposentados pobres.

Fointe agencia Estado.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Facebook assume violação de privacidade


O Facebook informou que alguns de seus aplicativos violaram as normas de privacidade dos usuários da empresa e prometeu resolver o problema.

—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter e no Facebook

A maioria das transferências de informações a empresas terceiras aconteceu inadvertidamente, escreveu Marne Levine, vice-presidente do Facebook, em carta divulgada na quarta-feira, 3, e datada de 29 de outubro. Levine afirmou na carta que o Facebook resolverá o problema.

O Facebook enviou a carta aos deputados federais Joe Barton, republicano, e Edward Markey, democrata, que se comunicaram com o presidente-executivo da empresa, Mark Zuckerberg, depois que surgiram informações de que aplicativos desenvolvidos por programadores independentes para uso no Facebook estariam expondo dados dos usuários.

“Já tomamos medidas restritivas sobre os aplicativos em questão e também providências que garantirão que os dados de usuários do Facebook que foram transferidos indevidamente sejam apagados”, escreveu Levine.

O Wall Street Journal publicou anteriormente que o Farmville e outros aplicativos populares no Facebook transmitiam as identidades dos usuários a empresas externas.

A carta do Facebook também informa que alguns poucos aplicativos transmitiram informações deliberadamente a uma empresa de revenda de dados.

Barton, que no momento comanda a bancada republicana no comitê de energia e comércio da Câmara dos Deputados dos EUA e deve se tornar seu presidente depois dos avanços republicanos na eleição norte-americana da terça-feira, 2, disse que as ações do comitê teriam por foco as normas de preservação de privacidade na internet.

“É bom que o Facebook tenha se apressado a responder a nossas preocupações, mas resta o fato de que alguns aplicativos de terceiros estavam deliberadamente transferindo informações pessoais, em violação direta dos termos do serviço”, disse Barton.

matéria: jornal estado de são Paulo (tecnologia)

Pelo menos 13 dos 27 governadores eleitos querem volta da CPMF


BRASÍLIA - Pelo menos 13 dos 27 governadores vencedores das eleições do mês passado defendem a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007. Apesar de cinco governadores de oposição - dois do DEM e três do PSDB - se dizerem contra a medida, um tucano apoiou a iniciativa liderada pelo PSB: o mineiro Antonio Anastasia.

O Estado procurou os 27 governadores que continuam no cargo ou tomam posse em janeiro. Quatro não foram localizados e quatro não quiseram se manifestar. Entre esses está o alagoano Teotonio Vilela, que em 2007 chegou a dizer que "todos os governadores do PSDB" queriam a aprovação da CPMF.

Ontem, Anastasia lembrou que "a maioria esmagadora" dos governadores se posicionou a favor da manutenção do tributo em 2007, derrubado pelo Senado na principal derrota no Congresso sofrida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A saúde é a chamada política pública de demanda infinita", disse o mineiro, que esteve com o senador eleito Aécio Neves (PSDB) no santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG).

Mobilização

O novo movimento em prol de um tributo para financiar a saúde pública tem à frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio de Lula. Um dia depois de a presidente eleita Dilma Rousseff ter defendido novos mecanismos de financiamento para o setor, os socialistas lançaram sua mobilização, em reunião da Executiva Nacional em Brasília.

"É um sacrificiozinho muito pequeno para cada brasileiro em nome de um grande número de brasileiros que precisa dos serviços de saúde e precisa que esses serviços sejam de qualidade", afirmou o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes.

Cid Gomes defende a regulamentação do artigo 29 da Constituição (conhecida como Emenda 29), que obriga União, Estados e Municípios a investirem mais em saúde, e também a aprovação do projeto que cria a Contribuição Social da Saúde, a CSS, com alíquota de 0,10% sobre as movimentações financeiras.

Ambas estão paradas na Câmara dos Deputados. "A vantagem desse projeto é que se trata de uma contribuição para a saúde dentro de recursos que já existem", disse o governador reeleito do Piauí, Wilson Martins.

O presidente nacional do PSB, e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, mostrou-se um dos mais empenhados pela recriação de um tributo exclusivo para financiar gastos com saúde. Pelos cálculos dele, o subfinanciamento do setor chega a R$ 51 bilhões. "Essa é uma questão que está na ordem do dia. Se precisar ser em parte ou totalmente a CPMF, vamos fazer isso. Depois que baixou a CPMF, não vi cair o preço de nada", disse o pernambucano.

A mobilização, no entanto, não é consenso dentro do PSB. Deputados eleitos temem o prejuízo político de aprovar a criação de um novo tributo. "O medo é aprovar a CPMF, o ônus cair para o parlamento e daqui a um ano o dinheiro não ir para a saúde de novo", afirma o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Reforma. O senador Renato Casagrande, eleito governador do Espírito Santo, foi o mais cauteloso ao falar sobre a iniciativa. Ele ponderou que a criação de novos tributos deve ocorrer dentro de uma reforma tributária. "Você onera de um lado e desonera de outro."

Os governadores eleitos pela oposição, como Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR), também lembraram a urgência da reforma tributária como justificativa para questionar a simples criação de um novo tributo. "O mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla", disse Alckmin, anteontem. Procurado ontem pela reportagem, o tucano preferiu não se manifestar.


matéria extraida do jornal Estado de São Paulo.

''Ninguém tem direito de dizer qual é a minha crença''


Aborto, debate na televisão e prática religiosa foram os principais temas de que a petista Dilma Rousseff tratou na entrevista coletiva de ontem de manhã, no auditório do Santuário Nacional de Aparecida, depois de assistir à missa das 9 horas, na véspera da festa da Padroeira do Brasil.


Dilma começou tendo de explicar por que decidiu rezar na Basílica de Aparecida, ao iniciar a campanha do segundo turno para as eleições de 31 de outubro.

"É a primeira vez que venho à basílica, mas tenho devoção especial a Nossa Senhora, mais especial a Nossa Senhora Aparecida, por circunstâncias recentes na minha vida. Preferiria não falar sobre isso, é uma questão pessoal. Prefiro ter uma manifestação (religiosa) mais recatada. Minha religião diz respeito à minha convicção, à imagem de Deus dentro de mim."

Mais adiante, quando um repórter insistiu no assunto, informando que do lado de fora, enquanto ela falava à TV Aparecida, um devoto estranhou sua presença ali - "pois Dilma não é católica e está fazendo do santuário um palanque" - a candidata retomou a questão. "Ninguém tem o direito de dizer qual é a minha crença. Quem pode julgar sobre crença religiosa é Deus. Eu fui por opção para um colégio de freiras. Naquela época, eu queria fazer a primeira comunhão. Sou da época em que era muito importante o retiro espiritual. Tenho uma formação religiosa muito forte. Nos caminhos que sua vida toma, você muitas vezes faz atalhos, faz desvios, mas você sempre volta a seu caminho. Eu tive um processo recente e esse processo me fez retomar várias coisas." Dilma se referia ao câncer de que tratou há alguns meses, mas insistiu que não queria falar sobre o assunto, quando um jornalista perguntou se estava se referindo à doença.

Debate. Com relação ao debate de domingo na TV Bandeirantes, ela justificou o tom considerado agressivo que adotou ao enfrentar José Serra.

"Passei muito tempo calada, mas quando vi o tamanho que tomou essa central organizada de boatos resolvi tornar público e compartilhado o que estou sofrendo, não indo para a internet em forma de boatos, mas de forma aberta. Sempre me recusei a baixar o nível do debate e vou continuar não baixando. Quando se têm só dois debatedores, as opiniões ficam mais claras. O debate foi em alto nível, ninguém elevou o tom de voz. Meu adversário tem mania de subestimar as pessoas. Esperava que eu não apresentasse minhas propostas, que não criticasse a estratégia dele? Vamos fazer um debate de ideias e não divulgar boatos e calúnias." Dilma disse que, quando se fala que ela é favorável ao aborto, a questão é mais ampla.

"Não é sobre isso a discussão. Não acho que seja algo que se pode atribuir só à religião. A questão são os boatos. As pessoas falam e não aparecem. Tem um conteúdo eleitoral fortíssimo. Surgiu no primeiro turno. É o que faz o candidato a vice da outra chapa (Índio da Costa) e a esposa de José Serra. Quando faço crítica, faço cara a cara, olho no olho. Considero que isso é muito ruim politicamente. Este país que não conhece o ódio tem de ter convivência humana, um valor fundamental. Insistir no ódio para fins eleitorais é imperdoável."

Segundo o reitor do Santuário da Aparecida, padre Darci Nicioli, a questão do aborto tem, sim, incomodado os fiéis. "A gente sabe isso pelas conversas com os romeiros e pelas confissões." Em sua avaliação, o governo e o PT menosprezam o peso dessa discussão entre os católicos.
Matéria extraida do jornal Estado de São Paulo. foto central do trabalhador.



Deputado renuncia no RN por suposta ajuda a amigo



O deputado estadual Gilson Moura (PV) renunciou aos três últimos meses de mandato da atual legislatura na Assembleia do Rio Grande do Norte, abrindo vaga para a posse do primeiro suplente, o ex-vereador Sargento Siqueira (PV). A renúncia não traz prejuízos para Gilson, reeleito para mais quatro anos como deputado (a posse ao novo mandato será em fevereiro de 2011) e está sendo vista como "uma manobra" para atrapalhar o julgamento da Operação Impacto.
Sargento Siqueira, junto com vários outros ex-vereadores, vereadores e empresários, é réu no processo, acusado de integrar um suposto esquema de corrupção que funcionava dentro da Câmara Municipal de Natal para a venda de votos nas discussões sobre o Plano Diretor da cidade. Como passa a ter como réu um deputado, o processo da Impacto, que tramita na 4ª Vara Criminal, irá para o Tribunal de Justiça.
Essa é a segunda vez que alguém envolvido na Operação Impacto ganha foro privilegiado. A primeira ocorreu no mês de abril, quando o vereador Júlio Protásio (PSB) foi nomeado para secretário estadual de Esporte e Lazer. Na semana passada, Protásio foi exonerado da pasta e o processo retornaria à primeira instância. A expectativa era de que a sentença do juiz Raimundo Carlyle fosse emitida no início de 2011. O deputado Gilson Moura, que está no seu segundo mandato, entregou o pedido de renúncia, mas não apresentou qualquer explicação no documento
O que a Senadora Marina Silva tem a dizer sobre o que está acontecendo na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte...Esse pessoal do PV lá estão jogando com sacanagem...Um protegendo o outro.... Será que nesse caso não cabe a lei do Ficha Limpa,como aconteceu com Joaquim Roriz,Jader Barbalho,Paulo Maluf...Se o Deputado Gilson Moura renunciou para salvar o seu colega...Abdicando de seu mandato....Então ele caiu na FICHA LIMPA...É o caso de o TRE do Rio Grande do Norte e depois o STE averriguar esta situação. Obs:parte da matéria extraida da Agência Estado,e a foto dos anais da assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.