quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Pelo menos 13 dos 27 governadores eleitos querem volta da CPMF


BRASÍLIA - Pelo menos 13 dos 27 governadores vencedores das eleições do mês passado defendem a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007. Apesar de cinco governadores de oposição - dois do DEM e três do PSDB - se dizerem contra a medida, um tucano apoiou a iniciativa liderada pelo PSB: o mineiro Antonio Anastasia.

O Estado procurou os 27 governadores que continuam no cargo ou tomam posse em janeiro. Quatro não foram localizados e quatro não quiseram se manifestar. Entre esses está o alagoano Teotonio Vilela, que em 2007 chegou a dizer que "todos os governadores do PSDB" queriam a aprovação da CPMF.

Ontem, Anastasia lembrou que "a maioria esmagadora" dos governadores se posicionou a favor da manutenção do tributo em 2007, derrubado pelo Senado na principal derrota no Congresso sofrida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A saúde é a chamada política pública de demanda infinita", disse o mineiro, que esteve com o senador eleito Aécio Neves (PSDB) no santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG).

Mobilização

O novo movimento em prol de um tributo para financiar a saúde pública tem à frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio de Lula. Um dia depois de a presidente eleita Dilma Rousseff ter defendido novos mecanismos de financiamento para o setor, os socialistas lançaram sua mobilização, em reunião da Executiva Nacional em Brasília.

"É um sacrificiozinho muito pequeno para cada brasileiro em nome de um grande número de brasileiros que precisa dos serviços de saúde e precisa que esses serviços sejam de qualidade", afirmou o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes.

Cid Gomes defende a regulamentação do artigo 29 da Constituição (conhecida como Emenda 29), que obriga União, Estados e Municípios a investirem mais em saúde, e também a aprovação do projeto que cria a Contribuição Social da Saúde, a CSS, com alíquota de 0,10% sobre as movimentações financeiras.

Ambas estão paradas na Câmara dos Deputados. "A vantagem desse projeto é que se trata de uma contribuição para a saúde dentro de recursos que já existem", disse o governador reeleito do Piauí, Wilson Martins.

O presidente nacional do PSB, e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, mostrou-se um dos mais empenhados pela recriação de um tributo exclusivo para financiar gastos com saúde. Pelos cálculos dele, o subfinanciamento do setor chega a R$ 51 bilhões. "Essa é uma questão que está na ordem do dia. Se precisar ser em parte ou totalmente a CPMF, vamos fazer isso. Depois que baixou a CPMF, não vi cair o preço de nada", disse o pernambucano.

A mobilização, no entanto, não é consenso dentro do PSB. Deputados eleitos temem o prejuízo político de aprovar a criação de um novo tributo. "O medo é aprovar a CPMF, o ônus cair para o parlamento e daqui a um ano o dinheiro não ir para a saúde de novo", afirma o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Reforma. O senador Renato Casagrande, eleito governador do Espírito Santo, foi o mais cauteloso ao falar sobre a iniciativa. Ele ponderou que a criação de novos tributos deve ocorrer dentro de uma reforma tributária. "Você onera de um lado e desonera de outro."

Os governadores eleitos pela oposição, como Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR), também lembraram a urgência da reforma tributária como justificativa para questionar a simples criação de um novo tributo. "O mais urgente é discutir o modelo tributário de maneira mais ampla", disse Alckmin, anteontem. Procurado ontem pela reportagem, o tucano preferiu não se manifestar.


matéria extraida do jornal Estado de São Paulo.

''Ninguém tem direito de dizer qual é a minha crença''


Aborto, debate na televisão e prática religiosa foram os principais temas de que a petista Dilma Rousseff tratou na entrevista coletiva de ontem de manhã, no auditório do Santuário Nacional de Aparecida, depois de assistir à missa das 9 horas, na véspera da festa da Padroeira do Brasil.


Dilma começou tendo de explicar por que decidiu rezar na Basílica de Aparecida, ao iniciar a campanha do segundo turno para as eleições de 31 de outubro.

"É a primeira vez que venho à basílica, mas tenho devoção especial a Nossa Senhora, mais especial a Nossa Senhora Aparecida, por circunstâncias recentes na minha vida. Preferiria não falar sobre isso, é uma questão pessoal. Prefiro ter uma manifestação (religiosa) mais recatada. Minha religião diz respeito à minha convicção, à imagem de Deus dentro de mim."

Mais adiante, quando um repórter insistiu no assunto, informando que do lado de fora, enquanto ela falava à TV Aparecida, um devoto estranhou sua presença ali - "pois Dilma não é católica e está fazendo do santuário um palanque" - a candidata retomou a questão. "Ninguém tem o direito de dizer qual é a minha crença. Quem pode julgar sobre crença religiosa é Deus. Eu fui por opção para um colégio de freiras. Naquela época, eu queria fazer a primeira comunhão. Sou da época em que era muito importante o retiro espiritual. Tenho uma formação religiosa muito forte. Nos caminhos que sua vida toma, você muitas vezes faz atalhos, faz desvios, mas você sempre volta a seu caminho. Eu tive um processo recente e esse processo me fez retomar várias coisas." Dilma se referia ao câncer de que tratou há alguns meses, mas insistiu que não queria falar sobre o assunto, quando um jornalista perguntou se estava se referindo à doença.

Debate. Com relação ao debate de domingo na TV Bandeirantes, ela justificou o tom considerado agressivo que adotou ao enfrentar José Serra.

"Passei muito tempo calada, mas quando vi o tamanho que tomou essa central organizada de boatos resolvi tornar público e compartilhado o que estou sofrendo, não indo para a internet em forma de boatos, mas de forma aberta. Sempre me recusei a baixar o nível do debate e vou continuar não baixando. Quando se têm só dois debatedores, as opiniões ficam mais claras. O debate foi em alto nível, ninguém elevou o tom de voz. Meu adversário tem mania de subestimar as pessoas. Esperava que eu não apresentasse minhas propostas, que não criticasse a estratégia dele? Vamos fazer um debate de ideias e não divulgar boatos e calúnias." Dilma disse que, quando se fala que ela é favorável ao aborto, a questão é mais ampla.

"Não é sobre isso a discussão. Não acho que seja algo que se pode atribuir só à religião. A questão são os boatos. As pessoas falam e não aparecem. Tem um conteúdo eleitoral fortíssimo. Surgiu no primeiro turno. É o que faz o candidato a vice da outra chapa (Índio da Costa) e a esposa de José Serra. Quando faço crítica, faço cara a cara, olho no olho. Considero que isso é muito ruim politicamente. Este país que não conhece o ódio tem de ter convivência humana, um valor fundamental. Insistir no ódio para fins eleitorais é imperdoável."

Segundo o reitor do Santuário da Aparecida, padre Darci Nicioli, a questão do aborto tem, sim, incomodado os fiéis. "A gente sabe isso pelas conversas com os romeiros e pelas confissões." Em sua avaliação, o governo e o PT menosprezam o peso dessa discussão entre os católicos.
Matéria extraida do jornal Estado de São Paulo. foto central do trabalhador.



Deputado renuncia no RN por suposta ajuda a amigo



O deputado estadual Gilson Moura (PV) renunciou aos três últimos meses de mandato da atual legislatura na Assembleia do Rio Grande do Norte, abrindo vaga para a posse do primeiro suplente, o ex-vereador Sargento Siqueira (PV). A renúncia não traz prejuízos para Gilson, reeleito para mais quatro anos como deputado (a posse ao novo mandato será em fevereiro de 2011) e está sendo vista como "uma manobra" para atrapalhar o julgamento da Operação Impacto.
Sargento Siqueira, junto com vários outros ex-vereadores, vereadores e empresários, é réu no processo, acusado de integrar um suposto esquema de corrupção que funcionava dentro da Câmara Municipal de Natal para a venda de votos nas discussões sobre o Plano Diretor da cidade. Como passa a ter como réu um deputado, o processo da Impacto, que tramita na 4ª Vara Criminal, irá para o Tribunal de Justiça.
Essa é a segunda vez que alguém envolvido na Operação Impacto ganha foro privilegiado. A primeira ocorreu no mês de abril, quando o vereador Júlio Protásio (PSB) foi nomeado para secretário estadual de Esporte e Lazer. Na semana passada, Protásio foi exonerado da pasta e o processo retornaria à primeira instância. A expectativa era de que a sentença do juiz Raimundo Carlyle fosse emitida no início de 2011. O deputado Gilson Moura, que está no seu segundo mandato, entregou o pedido de renúncia, mas não apresentou qualquer explicação no documento
O que a Senadora Marina Silva tem a dizer sobre o que está acontecendo na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte...Esse pessoal do PV lá estão jogando com sacanagem...Um protegendo o outro.... Será que nesse caso não cabe a lei do Ficha Limpa,como aconteceu com Joaquim Roriz,Jader Barbalho,Paulo Maluf...Se o Deputado Gilson Moura renunciou para salvar o seu colega...Abdicando de seu mandato....Então ele caiu na FICHA LIMPA...É o caso de o TRE do Rio Grande do Norte e depois o STE averriguar esta situação. Obs:parte da matéria extraida da Agência Estado,e a foto dos anais da assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ciro chama Serra de farsante e Alckmin diz não aceitar provocações


Ciro chama Serra de farsante e Alckmin diz não aceitar provocações
O deputado federal cearense Ciro Gomes (PSB) disse em Teresina nesta quarta-feira, 27, que o presidenciável tucano José Serra joga sujo e é farsante. Ciro, que é um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência, classificou a agressão sofrida por Serra no Rio como "farsa" e denunciou manipulação de pesquisas que serão divulgadas na sexta-feira, 29. Já o governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cumprindo agenda em Teresina, afirmou que não vai responder as provocações.
De acordo com Ciro, Serra tem um histórico de campanha caracterizado pela violência, a traição e o jogo rasteiro, sujo e baixo. "O candidato que tem coragem de fazer uma simulação com uma bola de papel na cabeça, dizer que foi agredido a ponto de bater no hospital e ficar 24 horas de repouso, é um candidato que, se dando poder, sabe-se lá o que seria capaz de fazer", acusou.
"O que ele disse pela manhã, não serve para a tarde. É que nem a mentira do Paulo Preto. Primeiro ele disse que não o conhecia. Á tarde teve de admitir que conhecia. Se eu fosse ele estaria fora da política. Ele assinou um papel no cartório que se fosse eleito em São Paulo não renunciaria. Se fosse eu, com a imprensa de São Paulo do jeito que é, nunca mais teria direito de ser candidato", completou Ciro Gomes que participou da carreata em prol da campanha de reeleição do governador Wilson Martins (PSB).
O parlamentar continuou no ataque. "Estamos avisando à militância que tome cuidado com as provocações", disse. Segundo ele, até sexta-feira serão divulgadas pesquisas falsas pelo instituto GPP, que na terça-feira, 26, divulgou pesquisa em que a diferença de Dilma para Serra é de apenas 5,5 pontos porcentuais. "É um instituto deles e foi registrada no TSE. Eles vão fraudar a pesquisa, provavelmente aproximando Serra de Dilma", anunciou.
'Ciro não é candidato'
Ao chegar em Teresina para apoiar a candidatura de Silvio Mendes (PSDB) ao governo, o governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, respondeu às declarações do deputado Ciro Gomes. "Meu conterrâneo Ciro Gomes, da mesma cidade minha , não é candidato. Então não vamos ficar fazendo polêmica. O Serra está muito preparado e é uma disputa apertada. Mas não está decidida. O que vale é a urna, é a eleição, domingo dia 31", retrucou.
Alckmin disse que o PSDB pretende trabalhar com respeito e levar a mensagem do Serra a todo o país. "Acho que ele vai fazer mais na saúde, principal prioridade, na segurança e na educação , com a formação profissional e desenvolvimento. Ele está preparado para esse desenvolvimento", destacou. O governador ainda falou sobre a fraude pesquisa, anunciada por Ciro. "Não brigamos com pesquisas. Não discutimos. O que vale é a eleição. O Brizola dizia que se pesquisa valesse, não precisava ter eleição. Vale o dia 31", emendou.
Geraldo Alckmin também comentou a decisão do governador de São Paulo, Alberto Goldman, de suspender licitação sob suspeita do metrô em São Paulo. "O governo agiu corretamente. O governador suspendeu a ordem de serviço e criou uma comissão interna para apurar. Se não resolver até dezembro, vamos anular a licitação", finalizou.

Vice de Serra dá show de intolerância religiosa






Vice de Serra dá show de intolerância religiosa

O vice de José Serra, Índio da Costa, do DEM, ex partido da ditadura e partido líder de cassações em políticos corruptos no país, deu uma declaração para lá de preconceituosa e que pode ocasionar um processo na justiça;
Ele acusou Dilma Rousseff de ser atéia, como se esta opção de crença fosse algum crime.
O Cristianismo de Índio é tão empolgante e verdadeiro que ele fez um projeto de Lei que multava as pessoas que ajudassem mendigos e crianças carentes. O projeto não foi aprovado, obviamente;
De cristão assim, o inferno está cheio,como pode um sujeito desse quilate querer ser vice presidente da república.......O matador de mendigos e crianças carentes,será que este indio não tem filhos,não vai ter netos,não vai descendencia...Acho que não deve ser filho de chocadeira.....Esses são os Cristãos falsos,factóides,mentirosos....Será que terão coragem de olhar no espelho e encarar suas mentiras....Fizeram o povo do Rio de Janeiro de bobo.

Campanha de Serra tenta causar medo no eleitor






Campanha de Serra tenta causar medo no eleitor
Medo caracteriza Direita e religiões picaretas
Quando Sartre afirmou que a Direita se caracterizava por tentar colocar medo nas pessoas, não poderia ser tão exato e profético para a eleição brasileira de 2010. A campanha de José Serra mudou de estratégia a cerca de um mês e meio e começou a tentar passar a imagem de que o PT representa tudo o que há de pior no mundo- O PT já foi associado com os narcotraficantes bolivianos, com o Comando Vermelho, com apoio a regimes totalitários e com as Farcs. José Serra, Índio da Costa e, por fim, a revista Veja, começaram a usar a velha tática direitista quando viram que o tucano não saía dos 35 % nas pesquisas;- A tática é antiga na política brasileira. Em 1989, durante a campanha, o ex candidato Fernando Collor acusava o então candidato Lula dizendo que, se Lula fosse eleito, confiscaria a poupança da população, medida que ele mesmo acabou fazendo. O então presidente da Fiesp, Mário Amato, dizia que se Lula fosse eleito, 800 mil empresários deixariam o país. Mais de 800 mil empresários acabaram falindo com o Plano Collor;- Em 1994, Lula foi acusado pela campanha do PSDB, de FHC, de, se eleito, desestabilizar o plano Real e retornar com a inflação. Já em 2002, coube a Regina Duarte fazer o papel de “assustadinha” com uma vitória de Lula, dizendo que tinha medo dos "radicais" do PT;- A mudança na campanha de Serra está sendo muito criticada pelos intelectuais brasileiros. Segundo o consultor político Antônio Lavareda, “a tática do medo é inócua. Não tem impactos nas intenções de voto”, afirma. Para o professor José Paulo Jr, cientista político, “...está faltando discurso ao PSDB”. Para o professor da USP, Gaudêncio Torquato, o discurso do PSDB não chega nas massas e apenas fortalece os setores conservadores e de extrema direita que já apoiavam Serra;

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

FHC vende o Brasil. Serra avaliza?


Todos os pontos de algo que surgiu como rocambolesco começam a se unir. Já se sabe que a reunião aconteceu. Até mesmo que o pulha do FHC viaja em jatinhos da Occidental Petroleum – ávida por colocar as patas no pré-sal.A reunião onde, segundo alguns relatos, FHC assumiu o compromisso de privatizar o Banco do Brasil, a Caixa, a Petrobrás e Itaipu aconteceu no fim de semana (16 e 17) no Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu (PR). O pessoal do Hotel confirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve presente em um evento fechado (no hotel) com a presença de vários estrangeiros.Trata-se de uma revelação tão estarrecedora que deixa o aborto da Mônica parecendo apenas o que realmente é: a constatação de que Serra e Mônica não possuem escrúpulos.Toda a história escabrosa está sendo levantada e confirmada pela rede de blogueiros progressistas – aos quais o porco (por ser torcedor do Palmeiras, se bem me entendem) Serra chama de ‘sujos’ – que atua no sentido de desmascarar e revelar o grande golpe que se arma.Quem primeiro denunciou a reunião foi um blog lá da cidade mesmo. O assunto no começo foi tratado como muito fantasioso – mas tudo que envolve FHC deve ser investigado. Trata-se de um venal com muito trânsito no submundo da podridão política.O assunto cresceu de importância durante toda segunda-feira (18), passando a merecer post em blogs com alta taxa de acessos – como o de Hildegard Angel, Tijolaço de Brizola Neto, Conversa Afiada do jornalista Paulo Henrique Amorim, Blog do Miro e o do Azenha.Tamanha foia repercussão que até a assessoria de imprensa do FHC tratou de prestar esclarecimentos. Valeu-se do mesmo trololó dos eu pupilo para dizer que não é bem assim… que a reunião aconteceu… com um grupo de investidores estrangeiros…Mas jurou de pés juntos que não foi lá para vender empresas públicas – como se alguém ainda acreditasse nele.Segundo o próprio FHC, eram mais de 100 investidores.Ou seja: de um lado temos o Serra negando que irá vender e privatizar empresas. De outro, temos a confirmação da presença de FHC em um evento com investidores estrangeiros.Pelo que se pode ver, realmente FHC outra vez ajuda o PT a derrotar o Serra – ou alguém acredita qwue eles estavam lá, no paradisíaco hotel, apenas escutando o barulho das cataratas?



Artigo do jornal de Brasilia : PASSE LIVRE. Jornalista Alfredo Bessow